DE OLHO NELES

Os jogadores do Cruzeiro acreditam que a partida contra o Náutico nesta quarta-feira, às 21h 45, em Recife, será uma das mais complicadas do Campeonato Brasileiro até aqui. A má campanha do adversário, as dimensões do estádio dos Aflitos e a situação do gramado são fatores que podem dificultar bastante o rendimento durante os 90 minutos.

O Náutico é o lanterna da competição, com sete pontos ganhos em 11 jogos disputados. O time obteve apenas uma vitória, além de quatro empates e seis derrotas. O ataque marcou 12 gols e a defesa sofreu 22. Segundo o goleiro Fábio, a Raposa precisa de atenção redobrada, porque a equipe pernambucana deve partir para cima a fim de se livrar na zona de rebaixamento.

“Não tem jogo fácil, ainda mais se tratando do Náutico. Um clube com uma torcida de bastante vibração e, lógico, que quer continuar na primeira divisão. Então esse confronto, para eles, que necessitam de um triunfo, se tornará mais difícil para nós. Temos de respeitar, mas colocar em prática todo o nosso trabalho e conseguir os três pontos”, afirmou.

O atacante Araújo concorda com o companheiro. Ele conta que a cobrança por parte dos torcedores também pode servir como um estímulo ao adversário. No entanto, o atleta diz possuir a receita para alcançar um resultado positivo.

“Sei como é a pressão em tentar sair de uma situação difícil. Vão querer buscar uma superação. Nos últimos jogos, eles (Náutico) estão jogando bem, fortes na marcação e atacando muito. Necessitamos correr mais e igualar a vontade. O que sobra é a técnica, fundamental a criar as oportunidades de gol e sair de campo com a vitória”, relatou.

As dimensões reduzidas do campo e o estado do gramado são outros fatores apontados pelo elenco celeste como obstáculo na partida de quarta-feira. Para Araújo, o time da Toca da Raposa tem de se mostrar o mais objetivo possível enquanto estiver com a posse de bola. “Devemos tocar rápido e finalizar de fora da área, arriscar em alguns lances”, ressaltou.

Já Fábio atenta quanto ao fato de estar chovendo muito em Recife. “Para se firmar e fazer a defesa é mais difícil e há o perigo de escorregar. Independentemente de atuarmos com uma chuteira com trava elevada, em um lugar muito encharcado, existe esse perigo”, crê.

O lateral-esquerdo Fernandinho pensa da mesma maneira, mas vê um caminho para balançar as redes. “Boa parte dos gols de hoje são originados de bolas paradas. Estamos treinando essa jogada bastante a fim de repetir no jogo”, salientou.

Uma resposta a DE OLHO NELES

  1. Marco Cesar Souza Siqueira disse:

    QUERO LEMBRAR A MINHA QUERIDA E FIEL TORCIDA DO NAUTICO,QUE NO FIM DE ANO TEM ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE E SE CONSEGUIRMOS NOS LIVRAR DO REBAIXAMENTO NÃO VAMOS FAZER IGUAL A POLITICA,ESQUECER OS MOMENTOS RUINS QUE ESTAMOS PASSANDO E RELEGER ESSES LADRÕES QUE ESTÃO COMANDANDO O NOSSO GLORIOSO

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