Na década de 60 Náutico e Palmeiras protagonizaram duelos memoráveis. O mata-mata inicial ocorreu em 1966 pela Taça do Brasil. O alvirrubro jogou a primeira partida em São Paulo empatando em 0×0. O segundo jogo em Recife também teminou sem abertura de contagem, tornando obrigatória uma negra em solo pernambucano.
Naquele ano o Palmeiras tornou-se a primeira equipe brasileira a usar o uniforme canarinho, representando o Brasil em um amistoso contra o Uruguai. Venceu por 3×0. Naquela época era o único time paulista a desafiar o domínio do Santos de Pelé.
Porém na disputa com o Náutico a história seria diferente. Com a presença de 13.000 pagantes nos Aflitos o Náutico alinhou Lula; Gena, Mauro, Fraga e Clóvis; Zé Carlos e Ivan; Miruca, Bita, Nino e Lala.
O Palmeiras formou com Maidana; Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Dudu e Swing; Galhardo, Servílio, Ademar e Ademir da Guia.
Na arbitragem Armando Marques.
Quem esperava um show do divino Ademir da Guia assistiu a um show de Ivan. Contra uma defesa que trazia o melhor lateral direito da história do futebol brasileiro, Djalma Santos, Bita, Nino e Lala deitaram e rolaram.
Conclusão: 3×0. Dois gols de Bita e um de Nino.
Após os tentos do Náutico, o gélido Ademir da Guia não agüentou o banho de bola de Ivan e foi expulso, juntamente com Djalma Dias, pai do futuro Djalminha.
Já o Timbu seguia em frente na Taça Brasil para enfrentar o Santos de Pelé. Mas isso já é outra história.
Realmente o náutico vive do passado, especialmente da decada de 60. Depois disso se tornou um clube intermediário, os fatos estãi aí a mais de 40 anos, acorda agora somos pequenos.