Depois da sexta rodada do Brasileirão concluída, o site da revista Placar atualizou a seleção Bola de Prata, que contava antes com dois jogadores do Náutico. O goleiro Eduardo e o lateral-direito Sidny. Hoje, além dos dois atletas permanecerem nela, mais um voltou a aparecer na lista dos melhores da competição, o meia Acosta.
E não é de estranhar, depois da partida que fez no último domingo, diante do botafogo, onde o meia marcou os quatro gols da vitória alvirrubra, ele figura na 10 ª posição, com média 5.85 em 20 jogos. Já o lateral Sidny, mesmo sem atuar continuou na quarta colocação, com média 5.53 e 19 partidas. Já o goleiro Eduardo também manteve seu posto de quinto, com 13 jogos e média de 5.81. A seleção Bola de Prata é atualizada no final de cada rodada, com o voto do internauta através de envio de mensagens. Participe torcedor alvirrubro!
Link: Site placar
Esse negocio do Parana perder ponto não vai dar em nada, agora se fosse contra o náutico já tinham jugado e o náutico ja tinha perdido os pontos
Continuação da matéria (final)
Percebido o erro, a CBF reativou o contrato de Batista com a Adap no dia 27 de março, para em seguida dar baixa no documento e no contrato com o Paraná. Os dois foram rescindidos por ordem judicial. O jogador se transferiu, então, para o Avaí.
O Tricolor faz a sua defesa e afirma que não foi o responsável pelo envio do primeiro contrato de Batista e que só trouxe o jogador em agosto, bem depois de desistir de contratá-lo no início do ano. Como o volante já foi relacionado para cinco partidas do time neste Brasileirão, o time sofreria perda de de 30 pontos, já que a Justiça Desportiva calcula a punição de 6 pontos por jogo. Ao torcedor paranista, só resta rezar para que nenhuma dessas acusações sejam comprovadas.
Continuação da matéria:
Se comprovado que os paranistas induziram a CBF ao erro, o contrato do jogador será considerado inválido e o clube será punido.
A documentação de Batista foi enviada à CBF e a entidade entregará sua resposta ao STJD nesta quinta. A partir daí, caberá a procuradoria se pronunciar oficialmente sobre o assunto. Abaixo, você confere os detalhes resumidos desta história.
A novela
Batista tinha contrato com a Adap de 10 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2007. O atleta entrou na Justiça do Trabalho acusando o clube de estar lhe devendo salários atrasados. No dia 26 de março de 2007, ele conseguiu a liminar que o autorizava a transferir-se para o Avaí.
Porém, de forma misteriosa, o Boletim Informativo Diário (BID) da CBF já registrava Batista como atleta do Paraná no dia 8 de março de 2007. Ou seja, 18 dias antes do volante ter conseguido sua liberação da Adap.
Noticia do site http://www.globoesporte. com em 13.09.2007:
13/09/2007 – 17h30m – Atualizado em 13/09/2007 – 17h35m
Caso Batista pode ter sérias conseqüências
Supostas irregularidades no contrato do jogador gerariam perda de pontos ao Paraná
O que parecia ser apenas uma simples estratégia de um time em desespero, pode render capítulos ainda mais complexos e perigosos. Na semana passada, o Náutico divulgou sua intenção de entrar com uma representação no Superior Tribunal de Justiça, acusando o Paraná de ter escalado o volante Batista de maneira irregular. Caso o Tricolor fosse considerado culpado, perderia até 30 pontos no Brasileirão e o clube pernambucano, ameaçado pelo rebaixamento, seria um dos mais beneficiados.
O procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, confirma ao GLOBOESPORTE.COM, que as supostas irregularidades poderiam ter surgido já no primeiro contrato do jogador com o Tricolor em março de 2007. Na ocasião, a CBF registrou o jogador no Paraná Clube, mas ele ainda cumpria contrato com a Adap.