CALDEIRÃO


Casa do Náutico tem todos os ingredientes para intimidar os visitantes. Além do forte calor nordestino, Rubro-Negro vai decidir a sorte em um estádio com muitas deficiências na infra-estrutura

Antes de embarcar no ônibus, no início da tarde de domingo, para enfrentar o Náutico, é aconselhável que a delegação do Atlético respire fundo e aproveite bem a última brisa vinda do mar da praia de Boa Viagem. Pois a partir daí, e até o final do jogo decisivo, o Rubro-Negro irá se sentir no inferno.

Que não se enganem os atleticanos. Não há primavera no Recife. No final de novembro, a temperatura gira em torno dos 30°, mas a sensação térmica é muito superior a essa marca. Tentar aclimatar-se ainda em Curitiba, adiantando os treinos no CT do Caju para as 14 horas, foi uma boa idéia.

Saindo da concentração, serão apenas mais 20 minutos de frescor – agora proporcionado pelo ar-condicionado da condução –, cruzando a ponte sob o famoso rio Capibaribe, avistando ao longe a Ilha do Retiro (morada do Sport) até aproximar-se do Estádio dos Aflitos.

E se ainda não será o momento de deixar o conforto do ônibus, o sufoco já ficará evidente. Será preciso perícia e sangue gelado do motorista para entrar na casa do Timbu. Ao mesmo tempo, ele terá de vencer a rua e o portão estreitos e, a essa altura, intensamente movimentados pela galera alvirrubra.

Primeiro enrosco ultrapassado, vai chegar a hora de posicionar-se no forno, ou melhor, nos vestiários. O espaço é amplo (foi reformado recentemente, chegando ao dobro de área, cerca de 400m2) e as acomodações são simples – porém, aceitáveis. Mas, localizado debaixo do concreto das arquibancadas, e dispondo de poucos ventiladores, o Furacão vai suar bastante.

Relógio marcando próximo das 16 horas (horário local), a ida ao gramado se dará por um corredor estreito e sem ventilação. E chegando ao campo, onde praticamente decidirá o seu futuro na Primeira Divisão do Brasileiro, as vaias e xingamentos explodirão logo às costas, partindo da torcida do Náutico a menos de cinco metros, lotando a curva do lado direito da imagem que as câmeras de televisão mostram.

E tomando todo o Aflitos, até mesmo nas centenas de janelas dos prédios que circundam o estádio, encravado no bairro de mesmo nome, o mais nobre da capital de Pernambuco. Situação de contraste: o estádio antigo e modesto e os vizinhos, donos da maior rende per capita do Nordeste.

Bem diferente do que estará sofrendo a equipe de Geninho – e o próprio técnico, que ficará abrigado no banco de reservas colado ao alambrado das sociais – viverá a diretoria do Atlético e demais membros do estafe do clube.

Enquanto os atletas encharcam a camisa correndo atrás da bola, eles ficarão confortavelmente alojados em um camarote, ao lado do ocupado pela cúpula do Náutico. Visão privilegiada da disputa e ar-condicionado. E, prometem os anfitriões, segurança total, o que não aconteceu no encontro do ano passado (derrota por 5 a 0), em que latas de cerveja voavam e acertavam o vidro blindado.

Aflição

O Estádio dos Aflitos tem um histórico recente de episódios em que a pressão ao time visitante foi além do aceitável.

Batalha dos aflitos

O jogo mais famoso já disputado no campo do Náutico. O Grêmio sofreu com a pressão desde a chegada, quando seu ônibus quase não conseguiu entrar no estádio. Com bola rolando, o ápice foi na marcação do segundo pênalti para o Náutico, quando a reclamação dos gremistas foi reprimida com violência pela polícia local.

Caso André Luís

No início do Brasileiro deste ano, o zagueiro André Luís, do Botafogo, foi expulso e chutou uma garrafa d´água contra um torcedor. Mais uma vez a polícia entrou em ação. Deu voz de prisão para o zagueiro e também para o presidente alvinegro, Bebeto de Freitas.

Sob encomenda?

Jogadores do Vitória reclamaram de maus tratos da polícia pernambucana em jogo pelo returno do Brasileiro. A diretoria do Timbu acusou o clube baiano de agir a mando do Atlético.

Uma resposta a CALDEIRÃO

  1. Edjane Souza disse:

    Esse imbecil que escreveu, ainda não viu nada, calor, pressão e quentura eles vão sentir mas não do clima e sim do caldeirão fervendo e da torcida.
    Vamos fazer esse chorão engolir cada palavra proferida com menosprezo ao nosso clube.
    Dá-lhe timba 4×0

  2. Lairton Rodrigues da Silva Júnior disse:

    Tirando os EXAGEROS da imprensa sulista e CONSIDERANDO que nestes episódios o Timbu não tevi culpa alguma, realmente nosso Estádio precisa de melhoras!! Principalmente no campo de jogo. Agora, lembrar disso, nesse momento de decisão, é choradeira de perdedor!!!!!!!!!!!! Vamos Timbu: É 3 a 0 Timbaaaaaaaaaaaaa

  3. Adalberto Figueiredo de Oliveira Costa disse:

    "No início do Brasileiro deste ano, o zagueiro André Luís, do Botafogo, foi expulso e chutou uma garrafa d´água contra um torcedor. Mais uma vez a polícia entrou em ação. Deu voz de prisão para o zagueiro e também para o presidente alvinegro, Bebeto de Freitas."

    - Vou sair na rua agora jogando garrafa na cara dos outros e xingando a polícia do rio, quero ver alguem me prender!!! agora fiquei confuso, aquele marginal descontrolado do andré luis fica faz isso tudo e n quer ser preso, afinal de contas, ele é um Deus ou um civil qlqr, se fizer merda é cacete, pode ser o bebeto ou o romario ou o pelé, apanha e vai preso, esse bebeto descontrolado foi absolvido pq invadiu o campo e agente perdeu o mando de campo porque ele invadiu os aflitos, continuo sem entender…
    FODAM-SE

    "Jogadores do Vitória reclamaram de maus tratos da polícia pernambucana em jogo pelo returno do Brasileiro. A diretoria do Timbu acusou o clube baiano de agir a mando do Atlético."

    - NADA A DECLARAR, CANSEI DE BOBAGEM…

  4. Adalberto Figueiredo de Oliveira Costa disse:

    Que imprensa mais burra!

    tudo que falam no final é chororô de timinho

    Aflição

    "O Estádio dos Aflitos tem um histórico recente de episódios em que a pressão ao time visitante foi além do aceitável"

    - Até parece que no lixão deles agente é bem tratado, aquilo ali é um lixo como todos os estadios do sul, são todos uns mal educados

    "O jogo mais famoso já disputado no campo do Náutico. O Grêmio sofreu com a pressão desde a chegada, quando seu ônibus quase não conseguiu entrar no estádio. Com bola rolando, o ápice foi na marcação do segundo pênalti para o Náutico, quando a reclamação dos gremistas foi reprimida com violência pela polícia local."

    - O cara não queria que marcasse penalti??
    e ainda por cima foram bater no juiz e n querem ser expulso, vao contar outra, o gremio foi beneficiado naquele jogo, era p ser expulso uns 6, e o juiz n fez pra n poder acabar o jogo.

  5. Adalberto Figueiredo de Oliveira Costa disse:

    Eu não sei quem foi o filho da puta que escreveu, mas percebe-se ser um covarde, pois não se identifica, eu quero é que ele e todos que estão falando mal que tomem no cu, e que aqui vão sofrer pra entrar no estádio e pra jogar bola porque vai ser cacete, se não aguentar corra
    Pau no cu do ateticuuuuuu
    ENEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

  6. felipe balbino do nascimento disse:

    "Acho que a imprensa do Sul deveria respeitar mais o Náutico, pois essa reportagem é uma verdadeira falta de ética, é lógico eles estão com medo pois a Fanáutico nos Afiltos é pior que furacão" àdeus ATLETICÚ…

  7. Elton Silva disse:

    Quem tem boca fala o que quer.Vcs acham aqui que eles iriam falar bem é.MANDA ESSES FDPS SE FUDER E PAREM DE DAR CARTAZ A ESSES IMBECIS.

    OBS:AMANHA É PAU NA XOXOTA DO ATLÉTICU.

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