HISTÓRIA

O site NauticoNET publica a matéria especial elaborada pelo jornalista Lenivaldo Aragão, sobre o caranaval alvirrubro e o Timbu Coroado, com suas canções, desfiles e história.

No domingo de carnaval, quando o Timbu Coroado percorrer o seu roteiro, não mais pelas ruas do centro do Recife, mas por algumas artérias dos Aflitos, nas imediações do Clube Náutico Capibaribe, uma das músicas mais ouvidas será, certamente Timbu Coroado. Trata-se, como já foi dito anteriormente, de um frevo-canção feito especialmente para aquele bloco, que inicialmente era um maracatu.

Convém recordar a interessante música feita em fins dos anos 30 pelos remadores Edvaldo Pessoa, Turco, também conhecido por Carioca, e Jair Raposo. A música tinha com objetivo mexer com a turma de remo do Sport, com a qual se digladiavam constantemente dentro das águas, ainda não-poluídas do Rio Capibaribe. A música fala em acordar cedo, pois remador treina sob os primeiros raios solares; em timbu, um marsupial que é o símbolo do clube; e no casá, casá, grito de guerra do Sport, uma corruptela do casaca, casaca do Vasco da Gama. Eis a letra:

O nosso bloco é mesmo infezado (sic)

É o timbu, é o timbu coroado

Desde cedinho já está acordado

É o timbu, é o timbu coroado

II

Entre no passo,

Que esse passo é de amargar

Pois a turma é mesmo boa

E no frevo quer entrar

Não queira bancar o tatu

Eu conheço seu jeito, você é timbu

III

Este negócio de casá, casá, casá

É conversa pra maluco

Ninguém quer se amarrar

Timbu sabe isso de cor

Casar pode ser bom

Não casar é melhor

Mas, nem só de Timbu Coroado vive o Náutico, que tem um imenso acervo. Muitas das músicas da atualidade surgiram nos festivais promovidos pelo clube, à frente Raphael Gazzaneo, e que fazem parte do projeto Memória Alvirrubra, que produziu quatro elepês.

Voltando ao passado, vamos encontrar Timbuate, do conhecido radialista alagoano, há mais de meio século radicado no Recife, Aldemar Paiva, com o maestro Luiz Caetano. Gravação de Claudionor Germano, na década de 50:

Timbu, no céu, no lar

Timbu, meu sol, meu ar

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Sou de verdade teu fã

Mais do que ontem

Menos que amanhã

II

Timbuate é um sonho

Encantamento

Carnaval, delícia de cores

Movimento

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Sou nos esportes teu fã

Sou nos esportes teu fã

Mais do que ontem

Menos que amanhã

Timbu no céu no lar

Timbu, meu sol, meu ar

Uma fábrica de música

Quem aproveitou a vitoriosa fase do hexacampeonato para soltar mais de uma música enaltecendo o Náutico, foi Jorge Gomes, irmão do famoso radialista Mário Filho, tricolor de corpo e alma, ao contrário de Jorge, alvirrubro. Em 1964, quando o Timbu foi bicampeão, Jorge Gomes compôs Timbuzinho. Esse frevo-canção foi gravado em disco Verdi, com acompanhamento da orquestra de Correia de Crasto, por Voleide Dantas, um dos ícones dos antigos programas de auditório da Rádio e TV Jornal.

Sou timbuzinho

Sou timbuzinho

Gosto do frevo

E gosto de carinho

II

As minhas cores são

Encarnado e branco

O Náutico é bicampeão

Nino dá a Nado

Nado a Geraldo

Gol, que sensação

Jorge Gomes acompanhou musicalmente a trajetória alvirrubra durante alguns anos, sempre usando o selo Verdi, tendo Voleide Dantas como intérprete. O frevo-canção Caneca ao Hexa, feito depois da conquista do hexacampeonato, em 1968, tem esta letra:

Náutico, Náutico

Eu quero uma caneca

Em homenagem ao Hexa

II

O Náutico é hexacampeão

Todo o mundo sabe

Ninguém vai dizer não

Alô moçada, atenção

O Ede centrou

O Ramos marcou

Em 1974, o Náutico desbancou o Santa Cruz, que estava para ser hexacampeão. Foi quando surgiu o “hexa é luxo” ainda hoje usado pelos torcedores alvirrubros nas discussões com tricolores e rubro-negros. Jorge não perdeu a oportunidade de festejar seu time. Título do frevo-canção, É o Melhor:

É o melhor

É o melhor

Ene-a-u-tê-i-cê-o

II

Quem tem Juca Show

Não pode ficar pra trás

Quem tem Vasconcelos

E o Lima, é demais

Ene-a-u-tê-i-cê-o

O Náutico é o melhor

Náutico, Náutico, Náutico

Durante algum tempo, com o título de campeão estadual, ora pendendo para os lados da Ilha do Retiro, ora indo para o Arruda, Jorge Gomes não teve mesmo o que festejar. Mas em 1984, quando o Timbu fez as pazes com o cobiçado troféu, ele tascou O Náutico é Campeão.

Tudo agora é alegria

Tudo é satisfação

Porque eu vou dizer

O Náutico é campeão (bis)

II

Agora eu posso sorrir

Agora eu posso cantar

Vou me desmilingüir

Até o dia clarear…

Náutico, Náutico, Náutico

No ano seguinte, com a conquista do bicampeonato, lá estava novamente a dupla Jorge Gomes e Voleide Dantas com Cartão de Visita:

Eu sou alvirrubro

O meu lema é vencer

Eu sou alvirrubro

Doa em quem doer

II

Vermelho e branco

É a minha predileção

Toda a torcida grita

Ser Náutico

É um cartão de visita

III

Vermelho e branco

São as cores que eu amo

Que eu amo, que eu amo

Com todo ardor

Toda a torcida grita

Ser Náutico

É um cartão de visita

De Jorge Gomes também é Campeão, gravado não mais por Voleide Dantas, mas por Nonô, Claudionor Germano Filho.

Ser Náutico é uma tradição

É o clube do meu coração

Nosso lema é vencer

Náutico, Náutico

Náutico até morrer

II

Eu sou Náutico

Desde que nasci

E nunca me arrependi

Vermelho e branco é o meu pavilhão

Salve o hexacampeão

Náutico, Náutico, Náutico.

Adesão da Cobrinha e do Leão

Torcedor do Santa Cruz, o radialista paraibano Jocemar Monteiro, que se radicou no Recife, não perdeu o filão do hexacampeonato, e em 1965, com o Náutico tornando-se, tricampeão, ele compôs Invencível Campeão. Vale salientar que o consagrado maestro Nunes e Toinho, do Quinteto Violado, rubro-negros autênticos, que já fizeram músicas para o Leão não se furtaram, a homenagear o Náutico. O mesmo aconteceu com o tricolor Osvaldo Araújo, que, depois de deitar louvação à Cobrinha, aderiu à onda em torno do Timbu. Mas, vamos à música do também tricolor Jocemar:

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Náutico, Náutico, Náutico

Náutico, Náutico, Náutico

II

No campo com fibra lutamos

Com alma e grande emoção

A meta, enfim, alcançamos

A grande vitória do tricampeão

III

As cores de nossa bandeira

Olhamos com grande ardor

A nossa equipe altaneira

Alcança mais um troféu de vencedor

IV

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Nosso lema é sempre vencer

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Nosso lema é sempre vencer

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Salve o nosso querido pavilhão

Ene-a-u-tê-i-cê-o

O invencível tricampeão

Em 1966, o Náutico papou mais um campeonato, tornando-se tetracampeão. Jocemar Ribeiro novamente engrossou as fileiras alvirrubras, e ao mesmo tempo que enaltecia o clube dos Aflitos, com o frevo-canção Papai do Nordeste, numa réplica ao Sport, chamado de Papai da Cidade, gozava o técnico Gentil Cardoso, da equipe rubro-negra. O Moço Preto, que tradicionalmente usava um boné, viu seu time sucumbir diante dos alvirrubros, levando uma goleada de 5 a 1, na final.

Ene-a-u-tê-i-cê-o

A garra do leão

Baixou de cotação

O homem do boné

Levou um grande olé

O feitiço, meu amigo, deu azar

Foi cinco a um, na tabuleta o placar

Sou da cidade o tetracampeão

Vou gargalhar, ai, ai, ai

A vitória vai ficar

Para toda geração

Do Nordeste sou o papai

Naquela época não faltou inspiração para se louvar o Náutico. Convém lembrar a música, já abordada, feita pela dupla Ziul Matos/Nelson Ferreira, por ocasião do pentacampeonato, para o pai-de-santo Edu gravar, ele que se vangloriava de trabalhar para levar o time alvirrubro ao pedestal. Vale salientar que naquele ano – 1967 – o Náutico foi campeão invicto, daí a música ter se chamado Invencível Campeão.

Dei o bi

Dei o tri

Dei o tetra

E o penta chegou

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Gol, é gol, é gol, é gol

II

O vermelho é bravura e destemor

O branco é paz e é amor

Mas as duas cores juntas

Têm uma nova dimensão

Atenção, futebol do Brasil

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Náutico, Náutico

Náutico é pentacampeão

O advogado e ex-deputado estadual Manoel Gilberto, um dos inúmeros compositores de frevo de Pernambuco, também entrou na onda na fase do Hexa, com N.A.U.T.I.C.O.

Muita raça e vibração

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Esse grito vem do coração

II

Alvirrubro sou a vida inteira

De qualquer jeito, em qualquer ocasião

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Esse grito vem do coração

Outro que entrou na corrente foi o advogado e pesquisador musical Samuel Valente, que compôs em 1967 Tricampeão do Norte. É que na disputa da antiga Taça Brasil, os clubes do Norte e do Nordeste participavam de um torneio paralelo, dentro da competição, do qual o Náutico foi campeão três vezes consecutivas. Eis o frevo-canção de Samuel:

Sou alvirrubro de coração

De um time tantas vezes campeão

Sou alvirrubro de coração

De um time tantas vezes campeão

II

Tricampeão do Norte

Ninguém detém o penta não

A raça que reluz

A garra que seduz

Alvirrubro é tradição

Alfarra foi seu berço

Salve o alvirrubro sessentão

Tricampeão do Norte

Glória do meu coração

III

Sou alvirrubro de coração

De um time tantas vezes campeão

Sou alvirrubro de coração

De um time tantas vezes campeão

IV

Tricampeão do Norte

O teu nome sempre foi vitória

Campeão dos campeões

Campeão de terra e mar

Alvirrubro é tradição

Tricampeão do Norte

Glorioso encarnado e branco

Tricampeão do Norte

Glória de meu coração

Nova geração

De 1979 é Coração Alvirrubro, de Fernando Gondim

Mota, Sérgio e Alex Melo:

Meu coração é alvirrubro para sempre

Com muito orgulho, muita raça e emoção

Meu coração é alvirrubro para sempre

Com muito orgulho, muita raça e emoção

II

Por teu passado, teu futuro e teu presente

Serás eterno campeão

Náutico, Náutico

Tu nasceste marcado pela glória

E nas cores da bandeira se misturam

O branco da paz e o vermelho da vitória

III

Em Pernambuco, no Nordeste do Brasil

O meu Timbu já demonstrou ser o maior

Eu não sou tri, eu não sou penta

Eu sou é hexa

Os festivais organizados por Raphael Gazzaneo, com a assistência de Samuel Valente contribuíram para o aumento do celeiro musical alvirrubro, uma vez que novos talentos apareceram. O próprio Raphael participou com Náutico, Acima de Tudo:

Pelos outros tudo

Esse é um lema banal

Náutico “acima de tudo”

É o lema ideal

II

Casar, já vimos que não dá

Você não é otário não

Escolha! Se é para ganhar

O clube hexacampeão

Outros frevos-canção entre outros surgidos nos festivais foram:

Fanáutico, de Clovinho:

Fanáutico eu sou

E sou pro que der e vier

Quando o Timbu entrar em campo

Não vai dar pra quem quer

É força, é raça que agita essa massa

Bandeira alvirrubra na mão

E alegria no coração

Fanáutico ôôôô

Ôôôô

Leão vai miar

Cobra vai rastejar

E o Timbu Coroado

A festa vai começar

Tradição de Timbu, de Gildo Moreno Filho:

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Quero poder cantar

Pra esse time

Que entre todos é o melhor

II

Quando vejo o vermelho

Abraçado com o branco

Fico logo banhado de satisfação

Na batalha travada

Lá dentro de campo

O Timbu é quem ganha

Mostrando sua tradição

Balançando o Coração, de Gilvan Feitosa:

E-ne-a-u-tê-i-cê-o

O Náutico vai vencer

O Náutico é maior, gool

Eu quero ver a torcida animada

A galera inflamada

Eu quero ver meu hexacampeão

Balançando o coração do torcedor

Cantando Náutico, de Rilze Guedes:

Vou pintar meu corpo

De vermelho e branco

Uma bola em campo

Eu quero ver rolar

II

Cantando Náutico

Vibrando Náutico

Meu coração vai se arrepiar

E a multidão

De bandeira na mão

Em uma só voz

Ele é campeão

Náutico, Náutico

Eu, Você e o Náutico, de Jair Coelho:

São essas cores

Que eu gostei e amei

Vermelho e branco

Eu sempre serei

Se timbu sou eu

Você sempre quis

Junte-se ao meu Náutico

E venha ser feliz, oi

II

A bola vai pra lá

A bola vem pra cá

Vou-lhe incentivar

Quando eu chegar lá

Quem seja o adversário

Não quero estar ausente

Onde o Náutico estiver

Eu estarei presente

Quem é Aquele?, de Conceição Ferreira:

Quem é aquele que vem ali?

É o Timbu Coroado

Por que razão está tão apressado?

É que esse ano ele é quem manda no gramado

II

Está fervendo

Está endiabrado

O Timbu parece enfeitiçado

Disse que a cobra vai virar churrasco

E o leão bagaço

E ele cai no passo

Exaltação ao Náutico, de Amaro Araújo:

No campo da luta és forte e varonil

Oh! Meu Náutico. Oh! Meu Náutico

És vitorioso na terra de Nabuco

Respeitado entre os clubes do Brasil (repete)

II

Tuas cores vermelha e branca

Refletem sentimentos

De um povo muito feliz

Guerra nos campos e paz nos corações

Dos torcedores, do maior ao mais petiz

III

Tua história através dos anos

É cheia de tantas glórias

Que mal podemos contar

És, com orgulho, muitas vezes campeão

Nos desportos em terra, mar e ar

Orgulho de campeão, de Birinho:

Dá o fora, leão

Sai, sai, cobra coral

Até no periquito

Vou meter o pau

II

Sou alvirrubro

Sou forte pra valer

Quem ficar na minha frente

Vai se arrepender

É Náutico pra lá

É Náutico pra cá

Quem é Náutico

Tem que se orgulhar

Até depois de morrer – Marcos Mendonça e Washington:

Eu não nasci pra conversa de República

Que se arrasta pelo chão

Eu percebi que meu sangue alvirrubro é maior

Que qualquer nação

Simples questão de bom gosto e amor

Timbu Coroado, é chato, doutor

Náutico, nome de vencedor (Refrão)

II

Pois alvirrubro sou

Até depois de morrer

Não há esporte que eu vença fácil

Não tem papai nem mamãe

Foi Deus que fez assim

Vencendo até o fim

III

De direito e fato

O vice brasileiro

E o hexacampeonato

O teu presente

É a força desta gente

Honrando o teu passado

Vermelho e branco

E bom senso e emoção

Cores que unem amor e razão

Ene-a-u-tê-i-cê-o

Nome de campeão

Onda Alvirrubra – Sanzio Cabral:

Pegue essa onda

Alvirrubra é a cor da cidade

Quando ela passa

E segura mais não

Emoção não se contém

De ver o Timbu no gramado

E gritar lado a lado

Serás sempre o campeão

Serás sempre o campeão

Náutico, Náutico

Queremos mais um

O Casamento do Bonzão – Edson Vieira e Raphael Gazzaneo:

Olé, olê, olé

O casamento do Bonzão?

Olê, olê, olê

Foi uma grande sensação

Presente estava o rádio

E a televisão

II

Todo colunismo social

Deu destaque na manchete do jornal

E a noiva, mulher do dia

Só pensava em meia-noite

Mas o Bonzão disse não

Primeiro o jogo

Pra depois a transação.

Projeto Memória Alvirrubra

Estão oficialmente catalogados nesse trabalho:

Frevos-canção:

Alvirrubro (Samuel Valente)

Apaixonadamente (Edson Vieira)

Apaixonadamente Alvirrubro (Gildo Moreno Filho/canta Gildo Moreno Filho)

Até Depois de Morrer (Marcos Mendonça e Washington)

A Travessura de um Timbu (Gildo Moreno Filho/Gildo Moreno Filho)

Auê do Timbuzão (Osvaldo Araújo/Osvaldo Araújo e Clauderlan)

Baile da Timbucana (Bilaldo Cardoso)

Balançando o Coração (José Nunes de Souza e Fátima Lacerda)

Bonzão da Timbucana (Bilaldo Cardoso)

Cajurubu da Timbucana (Raphael Gazzaneo)

Camisa 12 (Paulo Montezuma – canta Paulo Montezuma)

Campeão de Terra, Mar e Ar (Tovinho, intrepretado por um coral)

Campeão de 89 (Jorge Gomes – canta Ed Carlos)

Caneca ao Hexa (Jorge Gomes – interpretado por Voleide Dantas)

Cantando Náutico (Rilze Guedes e Ricardo Andrade)

Cartão de Visita (Jorge Gomes, cantado por Voleide Dantas)

Catimbu (Stanius Freitas)

Convocação Alvirrubra (Gildo Moreno Filho)

Coração Alvirrubro (De Tovinho, gravado por um coral)

Coração Alvirrubro (Fernando Gondim Mota, Sérgio e Alex Melo). Intérprete, coral.

Coração Alvirrubro no Frevo (Fernando Gondim)

Coração Apaixonáutico (Samuel Valente)

Coração Timbu (Edson Vieira e Raphael Gazzaneo)

Cora, Cora, Coração (Antônio Araújo)

Coroa Real (Hernani Galvão)

Dá-lhe Náutico (Samuel Valente

É o Melhor (Jorge Gomes – canta Voleide Dantas)

Emoção Incontida (Raphael Gazzaneo)

Emoção Maior (Romero Amorim)

Em Campo não Falho (Samuel Valente e Raphael Gazzaneo)

Euforia de Alvirrubro (Osvaldo Araújo)

Exaltação ao Náutico (Amaro Araújo)

Eu, Você e o Náutico (Jair Coelho)

Fanáutico (Tovinho)

Feito Inédito (José Nunes)

For Alvirrubros (Rafael Gazzaneo)

Garra e Paixão (Bilaldo Cardoso)

Garra Vermelha e Branca (Clauderlan/Clauderlan)

Grito de Empolgação (Gildo Moreno Filho/Gildo Moreno Filho)

Grito de Guerra Timbu (Onildo Silva)

Hexa (Jocemar Ribeiro; intérprete, Jô Gomes)

Hexa é Luxo (Raphael Gazzaneo)

Hino ao Clube Náutico Capibaribe – letra de Virgínio Marques Cabral de Melo, música de Onêta Wilma Lins, com interpretação de Raphael Gazzaneo)

Hino da Timbucana (Raphael Gazzaneo)

Hino do Náutico (Edson Vieira)

Homenagem Timbu (Paulo Montezuma)

Mania de ser Campeão (Raphael Gazzaneo)

Marcha Alvirrubra (Marcos Mendonça/Washington)

N.A.U.T.I.CO (Manoel Gilberto)

Náutico Acima de Tudo (Raphael Gazzaneo)

Nauticoamor (Raphael Gazzaneo)

Náutico até Morrer (Jorge Gomes)

Náuticocarnalescos (Raphael Gazzaneo)

Nauticoração (Gildo Moreno Filho e Raphael Gazzaneo)

Nauticoração 1 (Samuel Valente)

Nauticoração 2 (Samuel Valente)

Onda Alvirrubra (Sanzio Cabral)

O Casamento do Bonzão (Edson Vieira e Raphael Gazzaneo).

O Náutico é o campeão (Jorge Gomes)

Orgulho de Campeão (Birinho e Eduardo Barbosa)

Papai do Nordeste (De Jocemar Ribeiro, interpretado por Claudionor Germano Filho, Nonô)

Pentacampeão (Ziul Matos e Nelson Ferreira)

Quem é Aquele? (Conceição Ferreira)

Salve a Timbucana (Jorge Gomes)

Salve as Torcidas (Bilaldo Cardoso)

Sou da Timbucana (Jair Coelho)

Tema de Abertura (abre o lado A do elepê Nauticantante, relativo ao segundo festival de músicas alvirrubras (1991), baseado em diversas músicas do Náutico, com orquestra de Ademir Araújo.

Timbuate (Aldemar Paiva e Luiz Caetano, canta Claudionor Germano)

Timbucana (Samuel Valente)

Timbucana-A (Raphael Gazzaneo)

Timbuzinho (De Jorge Gomes, canta Voleide Dantas)

Timbu, Colega de Farra (José Nunes de Souza – maestro Nunes)

Timbu Coroado (Edvaldo Pessoa, Turco e Jair Raposo – intérprete, Claudionor Germano)

Timbu Nacional (Samuel Valente/Samuel Valente)

Timbu na Festa (José Alberto dos Santos)

Timbu no Gramado (Luiz Felipe – canta Luiz Felipe)

Timbu no Passo (Karoba Nunes e Zeto do Pajeú)

Timbu Rei (Zé Caroba)

Tome uma Decisão (Raphael Gazzaneo)

Torcendo pelo Náutico (Mardônio)

Torcedor Alvirrubro (José Eugênio)

Tradição de Timbu (Gildo Moreno Filho)

Tributo à Timbucana (Gildo Moreno Filho)

Tricampeão do Norte (Samuel Valente, canta Claudionor Germano)

Vou Entimbutar (José Nunes)

Whisky, Cachaça e Carnaval (Raphael Gazzaneo)

Frevos-de-rua (21)

Alvirrubro (José N. Tenório)

Alvirrubro (Samuel Valente/José Ricardo)

Amante do Náutico (José Nunes de Souza)

Arrastimbu (Stanius Freitas)

Colega de Farra (José Nunes de Souza)

Come-e-Dorme (Nelson Ferreira)

Copa Norte (José Nunes de Souza)

Eternáutico (Luiz Wanderley)

Infernáutico (Raphael Gazzaneo/Orquestra do maestro Nunes)

Missangueira nos Aflitos (José Nunes de Souza – maestro Nunes)

Morenáutico (Gildo Moreno Filho)

Náutico Elite (Lourival Oliveira)

Náutico Mania (Francisco Rodrigues dos Santos)

Nináutico (José Nunes de Souza) – maestro Nunes

Orgulho de Campeão (Birinho e Eduardo Barbosa/Ed Carlos)

Timbizu (José Nunes de Souza – maestro Nunes)

Timbu (José Nunes de Souza – maestro Nunes)

Timbu na Festa (José Alberto dos Santos/Ed Carlos)

Timbu no Passo (Karoba Nunes e Beto do Pajeú)/ Ed Carlos

Timbucaneiro (José Nunes de Souza – maestro Nunes)

Timbu, colega de farra (José Nunes de Souza – maestro Nunes)

Timbulindo (Francisco Rodrigues dos Santos)

Timbutido (Gildo Moreno Filho)

Tradicionáutico (José Ferreira de Lima)

Salve o Tetracampeão (Jocemar Ribeiro)

Outros ritmos

Fora do frevo, fazem parte do projeto Memória Alvirrubra:

Maracatus

Maracatimbu (Raphael Gazzaneo)

Maracatu Timbu Coroado (Edson Vieira)

Forrós

Forró do Náutico (Clauderlan/Clauderlan)

O Maior Forró do Mundo (Toinho Alves/Jô Gomes)

(Para ler as reportagens anteriores, discar em NOTÍCIAS)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*


− 1 = 2

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>