O Náutico teve um dia importante no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Nesta segunda-feira, dia 14 de junho, foram julgados o técnico do clube, Alexandre Gallo, e os jogadores Walter e Márcio Tinga. No final, saldo positivo para o Timbu, já que o treinador foi apenas advertido, enquanto que os dois atletas acabaram absolvidos pelos auditores da Primeira Comissão Disciplinar.
A decisão com relação ao técnico foi por unanimidade de votos. Já com relação a Walter, foi por maioria, com três votos diferentes, prevalencendo o que mais beneficiava o réu, e, quanto a Márcio Tinga, a decisão se deu por unanimidade. Com o resultado, o treinador está liberado para ficar no banco de reservas nos próximos jogos da Série B, assim como escalar Walter e Márcio Tinga.
Gallo e Márcio Tinga foram acusados de cometer infrações na partida contra o Figueirense, enquanto Walter responde por lance ocorrido no duelo com o América/RN, jogos realizados antes da parada na competição para a Copa do Mundo, nas quarta e quinta rodadas, respectivamente.
Entenda os casos:
O treinador Alexandre Gallo poderia pegar até seis partidas de suspensão após denúncia por reclamação contra a arbitragem, com base no artigo 258 II do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Segundo a súmula, o técnico foi expulso por reclamar do tempo acrescido pelo árbitro em Florianópolis, quando o Náutico venceu por 2 a 1 o Figueirense. “Acabou essa p…, c…”, foram as palavras ditas por Gallo.
Já os jogadores foram denunciados por ato desleal (artigo 250 do CBJD) e corriam risco de pegar até três partidas de suspensão. Márcio Tinga recebeu o segundo cartão amarelo ainda no primeiro tempo do jogo diante do time catarinense, por calçar um adversário, mesmo motivo da expulsão do zagueiro Walter.
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