Meio-campo explica que desde que conheceu o treinador ele o chama pelo nome, mas liberou a torcida para continuar com o apelido
Por GLOBOESPORTE.COM
Recife
Foi com bom humor que o meio-campo Cascata recebeu a notícia que o técnico Waldemar Lemos não era entusiasta do seu apelido. Ao falar da forma que o treinador lhe chama, o jogador disse que não se incomodava com a situação, mas liberou a torcida e os jornalistas para continuarem lhe chamado da forma que quiserem.
- Desde que fomos apresentados ele me chama de Givanildo. Mas vocês da imprensa podem continuar me chamando de Cascata, não vejo problema nisso, não.
Brincalhão, o atleta fez questão de explicar a origem do seu apelido. O jogador revelou que o nome teve origem na sua infância e surgiu por conta de um personagem de Chico Anísio.
- Esse é meu apelido desde criança. Minha mãe era emprega doméstica e o patrão dela colocou o apelido por conta do Cascatinha. Aquele negócio de ‘meu pai, pai, meu garoto’. Também quando era criança gostava de contar umas cascatas.
A conversa com o jogador só ficou séria quando o assunto foi a atuação na vitória sobre o Petrolina, por 2 a 0. Mesmo tendo feito um dos gols, o jogador não ficou satisfeito com futebol que apresentou.
- Sempre quando eu passo aqui (sala de imprensa) vejo fotos de pessoas que fizeram algo diferente pelo Náutico e falo que farei algo diferente para estar ali também. Por isso, não posso ficar contente com meu desempenho, nem com meus erros individuais.
Sobre o lance que deu origem ao segundo gol do Timbu, Cascata revelou que a jogada faz parte dos treinos da equipe, e fez questão de agradecer a Rogério pelo passe, que deixou o meio-campo na cara do gol.
-A gente sempre trabalha com a entrada do volante nas costas da defesa. Recebi a bola do Derley e fixei a visão nele. Derley foi feliz na conclusão e agradeço ao Rogério por ter me dado aquele passe.
Questionado se já vislumbrava atuar ao lado de Eduardo Ramos no meio-campo ou se preferiria seguir jogando com três volantes, Cascata manteve o habitual humor.
- Eu me vejo jogando ao lado de todo mundo (risos). Conheço bem o Eduardo e já jogamos juntos no São Caetano. Não tenho problemas em jogar ele, nem com os três volantes. O que eu quero é jogar. Mas isso fica com o Waldemar. Eu tenho é que trabalhar para não sair.
Mantendo a política da boa vizinhança, o meio-campo elogiou os torcedores, que compareceram aos Aflitos.
- É bastante prazeroso jogar aqui. Hoje nossa torcida foi o 12º jogador. Saímos para o intervalo empatando e não houve vaias. Aí, conversamos nos vestiários que teríamos que ter uma resposta melhor para nossa torcida, que compareceu e nos apoiou bastante.
kd as contraçoes do atacante matador do nautico
HÁ… ELAS ESTÃO DESESPERADAS….
HÁ… ELAS ESTÃO DESESPERADAS….
HÁ… ELAS ESTÃO DESESPERADAS….
É o que dá, ELAS só pensam no MASTRO, esquece o FUTEBOL.
NÁUTICO… SEMPRE… NÁUTICO…
Defesa boa meio de bom só falta agora um centroavante matador pra fechar o time do Timbú no pernambucano,não pra primeira divisão.Que venha logo um matador.Por que não bruno mineiro deu certo quem sabe não emplaca novamente.
Só foram dois jogos e ja estão criticando o garoto Siloé, que assim como o colega abaixo também gostei da postura dele.
Senhores Kiesa quando começou no Náutico era banco e não mostrou exatamente nada nos primeiros jogos, diferente de Siloé que ja demonstrou ter um chute forte e muita movimentação.
Com um pouco mais de calma com a bola nos pés tenho total confiança que esse rapaz vai ser um grande jogador.
E Rogério embora não faça gols sempre dar muito trabalho aos defensores, com seus dribles e velocidade.