LADRÃO

Desde que chegou ao estádio dos Aflitos para reforçar o Náutico, o lateral-direito Patric já atuou em oito partidas. Numa estatística em especial, o camisa 2 do Timbu vem sendo se destacando. Ele já pode ser considerado um dos principais “ladrões de bola” do time pernambucano.

No empate em 1 a 1 entre Náutico e Vasco ontem (quarta-feira), Patric foi o jogador do alvirrubro que mais roubou bolas do adversário. No total, foram três roubadas limpas e que o lateral deu sequência no lance. Essa não é a primeira vez que Patric termina um jogo como principal ladrão do Náutico. Em outras três oportunidades, ele também liderou essa estatística. Destaque para a os duelos contra São Paulo e Sport, quando Patric foi o que mais roubou bolas somando todos os jogadores que participaram das partidas.

O outro compromisso no qual Patric teve destaque nos desarmes foi logo na sua estreia, quando o Náutico superou o Santos por 3 a 0, com direito a um gol do lateral-direito. Para resumir, em 50% das partidas em que jogou pelo Timbu, Patric foi o que mais roubou bolas e ele, logicamente, comemora a estatística positiva. “Sou um defensor e tenho a obrigação de marcar. Por uma questão física tenho facilidade em roubar as bolas, principalmente quando o adversário busca o drible em velocidade. Fico contente com o bom retrospecto e espero continuar ajudando o Náutico não só roubando bolas, mas acertando cruzamentos, dando assistências e até marcando gols”, declarou o lateral-direito do time pernambucano.

Por: Arthur Virgílio/Assessor de Imprensa
Foto: NauticoNET

Uma resposta a LADRÃO

  1. Nildo Gomes disse:

    Não entendo certas matérias postadas aqui no náuticonet.com.br.

    Temos que nos espelhar na ruindade dos outros times?

    Há muito não vencemos fora de casa na proporção ideal e não somente neste campeonato. Desperdiçamos chances a cada jogo fora. Seguramos o empate até os 30 minutos do 2º tempo por não agredimos com competência mesmo tendo time pra isso.

    Ano após ano nos agarramos em desculpas esfarrapadas para justificar colocações medianas isto, quando não somos rebaixados direto. A sindrome de times e mais times vira lata ronda o Náutico e temos que acabar com isso. Fazer 1 a 0 e passarmos a tratar algumas partidas como se fossemos fazer o segundo gol na hora que quizermos é outro grande erro que prcisamos corrigir na mente dos jogadores.

    Jogar ligado, atento, concentrado é obrigação. As entrevistas sucessivas de jogadores afirmando que jogamos bem (na infinita maioria das vezes fora de casa nos últimos anos) não condiz com os placares por vezes elásticos demais. 0 a 3 (Cruzeiro) 1 a 4 (Atlético-MG), sem falar de outras lambanças.

    O Nàutico quer ser e se manter grande ou não? Chega de tremedeira e de sindromes!

    Atualmente tem grupo pra colocar a bola no chão e jogar sem chutões. Atualmente é só ter atenção na defesa, é só os atacantes acertarem o gol, é só o goleiro não ficar fazendo golpe de vista. É só querer ser grande de verdade.

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