Descanso, sessões de fisioterapia e nada de esforço físico. Essas foram as principais recomendações para o zagueiro Marlon após ser diagnosticado com uma distensão do músculo da coxa esquerda há dois meses. Agora, o defensor do Náutico já pode fazer a contagem regressiva para voltar a treinar com o elenco timbu, pois a previsão dada pelo departamento médico é que ele já participe de coletivos a partir da próxima segunda-feira.
Ex-capitão do Náutico, Marlon sabe que terá que suar a camisa para reconquistar o lugar entre os titulares do Alvirrubro.
- Na realidade eu nem sei se já vou voltar como titular, tampouco, capitão. Vou voltar a treinar, seguir as orientações certinhas. É isso que está dentro do meu limite, depois disso quem decide é o professor.
Fora do time, Marlon pôde observar melhor o trabalho do técnico Alexandre Gallo e é só elogios ao treinador.
- É notório enxergar a evolução que o Gallo conseguiu em dois meses de trabalho. Acredito que o grupo está muito mais entrosado em campo e cada jogador sabe realmente qual função exercer. Lógico que vou fazer de tudo para me adaptar ao esquema que foi montado e ajudar o Náutico como venho fazendo durante minha temporada no clube.
A angústia longe dos gramados
Há um ano e quatro meses vestindo a camisa do Náutico, Marlon liderou a equipe no acesso à Série A, no final do ano passado. Este ano, no entanto, o ritmo frenético de treinos e jogos precisou ser colocado de lado para o jogador assumir uma postura mais tranquila e focada na recuperação da lesão na coxa.
Contudo, mais complicado do que passar dias a fio de molho no departamento médico, foi ter que assistir às partidas como um torcedor comum.
- O mais difícil disso tudo é controlar a angústia de assistir a tudo de fora sem poder fazer nada. A equipe passa por várias situações e você quer fazer parte daquele universo também. Eu sei que acompanho bem de perto, mas ninguém gosta de ficar no departamento médico. O desejo do atleta é jogar e ajudar.
Se foi penoso ficar longe dos gramados, bom mesmo foi aproveitar os momentos de folga ao lado da esposa Fernanda e do filho Pedro Lucas, que tem apenas três anos de idade.
- Engraçado que quando eu estava em tratamento intensivo passava mais tempo no clube do que quando eu treinava normalmente. Foram manhãs e tardes com os fisioterapeutas, mas nos finais de semana aproveito cada segundo com a família porque é ela que me fornece forças para continuar.
Amigos no DM
Os profissionais que trabalham no departamento médico do Náutico tornam-se verdadeiros companheiros dos jogadores no período de recuperação. E com Marlon não foi diferente. O zagueiro revelou que o alto nível da equipe médica faz toda a diferença no tratamento.
- Toda a equipe do departamento médico é fantástica. Os fisioterapeutas realizam o trabalho com excelência não importa o período do dia. Pode ser manhã, tarde ou noite, não há descanso. Em especial Silmário, Marcelinho e Gustavo me deram muito apoio e foram os principais responsáveis pela minha recuperação. O prazo para eu voltar a ter condição de jogo era de 12 semanas e eu estou voltando bem antes.
Marlon ressaltou ainda que sem a atenção e o carinho dos fisioterapeutas seria muito mais complicado aturar as atividades e os medicamentos.
- Além de fazer um trabalho muito bem feito, eles conversaram comigo, me incentivaram bastante para que eu me dedicasse ao tratamento. Dessa forma, a lesão iria melhorar mais rápido e logo eu estaria jogando. Dito e feito. Eu só não volto semana que vem se sentir uma dor muito forte ou algo do tipo, mas isso não vai acontecer porque faz muito tempo que me sinto bem e preparado para voltar.
Com títulos nacionais no currículo, o zagueiro confessa que alcançou o melhor momento da carreira no Náutico.
- O Náutico é uma casa para mim. Aqui eu fui bem recebido pela diretoria, pelas pessoas realizam os trabalhos nos bastidores e pela torcida. Acredito que o clube de modo geral é responsável por eu dar um salto considerável na minha carreira profissional. Aqui eu apresentei a melhor condição técnica, física e emocional.
Por Gabriela Máxima/GE
Foto: NauticoNET
A melhor “contratação” que o Náutico poderia fazer seria a prorrogação do contrato de: Marlon, Ronaldo Alves, Eli Carlos, Martinez e Rhainer. Com essa base, garantiríamos no mínimo o campeonato pernambucano 2013.
O time é bom, mas sem defesa é muito difícil alcançarmos a vitória.
Rosário não tem condições. Todos já sabíamos no momento da contratação quando pesquisamos vídeos e a história do jogador. A torcida do Fluminense tirando onda com a gente, mas a diretoria contratou.
Nosso time é lutador, dá gosto de ver Rhayner jogando! Elicarlos jogou muito. Souza e Kieza fizeram gols.
Precisamos de Martinez e de uma zaga de verdade. Que azar a saída de Jean Rolt! Naquela hora eu pressenti que iríamos perder o jogo.
Não estou duvidando da capacidade de Felipe, mas vem falhando muito. Deu muita raiva aquele gol que ele estava adiantado. Precisa dar lugar a outro goleiro.
No lugar de Alessandro, talvez eu também me desesperasse e tentasse fazer a vez do goleiro que não estava defendendo nada.
Ontem não tinha como o Náutico ganhar com aquela defesa e com aquele goleiro. Contratem qualquer um para ajudar a defesa. Tem um zagueiro do Salgueiro, se não me engano Alemão, que é melhor que Rosário e Gustavo e talvez tenha condição de jogar com raça e ajudar o Náutico.
Já passou da hora da diretoria reagir.
VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA VERGONHA
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SETE GOLS EM DUAS PARTIDAS,
VOLTA GIDEÃO E QUALIFICA OS LATERAIS.
o marlon faz muita falta e muito mais o gideao……………….
o equívoco chame-se Marcio Rosário.
Sem dúvida, prá quem entende um pouquinho, o gallo está fazendo um trabalho excelente, é só observar o padrão alcançado em tão pouco tempo, afora um ou dois equívocos de escalação , o que é normal, está fazendo um trabalho de 1a linha.