Do Jornal do Commercio
Amigos dentro de campo, o ex-goleiro Sérgio Guedes e o ex-volante Vágner Mancini terão um duelo particular no clássico de hoje. Os dois atuaram juntos no São José-SP e no Coritiba em 1997. O pensamento semelhante na época de jogadores aproximou os dois, que buscam afirmação na carreira, agora, como técnicos. O do Leão tenta tirar o time de um crise. Já o do Timbu busca dar sequência ao ótimo início. Declaradamente estudiosos, os dois esperam que a partida na Ilha do Retiro seja um tabuleiro de xadrez, onde um movimento errado ocasione um prejuízo irreparável.
Sérgio Guedes não teve lá tanto tempo de trabalho até o clássico. Assumiu o time no confronto diante do Petrolina e, para não dizer que tem a sua mão na equipe, fez um tático na última sexta-feira. O treinador aposta, na realidade, no que viu dos mesmos jogadores na reta final da Série A de 2012. Até o final do Brasileirão, Guedes levou o Leão a lutar pela permanência na elite. É a arrancada a que assistiu nos jogos finais que o treinador quer ver de novo. E espera dessa vez ter um final melhor do que o rebaixamento à Série B deste ano.
“No campo, basicamente, o que eu quero é um time que goste de competir e ganhar os jogos. Esse é o preço. Acho que temos condições de pagá-lo”, comentou o técnico.
Sérgio, ex-goleiro, teve a chance de jogar ao lado do técnico alvirrubro Vágner Mancini em duas oportunidades. Lembra que, à época, Mancini fazia uma espécie de proteção à sua zaga. “Ele fazia isso bem, mesmo sem ser volante. Trata-se de um técnico mais experiente do que eu, mas eu também liderei muitos times lá de trás. Mesmo assim, ter ele como adversário, só ressalta as dificuldades que vamos ter no clássico”, concluiu.
Mesmo sem encarar o jogo como um teste, Mancini sabe que uma derrota contra o Sport fará o torcedor levantar questionamento sobre o seu trabalho. A desconfiança dos alvirrubros se dá, principalmente, porque o técnico foi apontado como o principal responsável pelo rebaixamento do Leão à Série B no ano passado. Por isso, ele não espera uma recepção amistosa. “O Juninho veio jogar na Ilha e foi vaiado. Se um dos maiores ídolos foi vaiado, o que dirá o técnico do principal rival”, afirmou.
O técnico não quis entrar em polêmica se jogo terá um sabor especial em caso de vitória, mas fará de tudo para sair vencedor, pois saiu da Ilha do Retiro sendo bastante questionado em relação ao time, que não tinha uma padrão de jogo.
Em relação à amizade com Sérgio Guedes, Mancini afirmou que tem muito contato com o atual técnico do Leão. “Pela mesma linha de pensamento, sempre estivemos muito perto. Lideramos o São José e o Coritiba. Mesmo depois que ambos deixaram de jogar, mantivemos contato”, comentou. “Eu espero um jogo dificílimo em função disso. O Sérgio também é um caro minucioso, que estuda muito o adversário”, completou.
Mancini comandou o Náutico em 10 jogos, sendo oito vitórias e uma derrota. Será o primeiro clássico dele como técnico em Pernambuco.
O MAIS ESTRANHO, É QUE DE REPENTE, TRÊS DESFALQUES ANTES DO JOGO, JEAN ROLT, MARANHÃO E JONES CARIOCA, FELIPE NÃO MERECE NEM SER RELACIONADO.
DEFESA FRAQUÍSSIMA . TREINADOR MAIS AINDA !!
FORA MANCINI ,ALEMÃO , LUIZ EDUARDO, FELIPE !!
O piorcé perdermos levando um verdeio de bola! Aí sim e complicado!
O JOGO ESTÁ JOGADO. O NOSSO TIME ESTÁ MOSTRANDO AS SUAS DEFICIÊNCIAS, NA DEFESA PRINCIPALMENTE E NO GOLEIRO, QUE NÃO TEM CONDIÇÕES DE JOGAR NO NOSSO TIME. O GOL FOI CULPA DELE E DA DEFESA. LUIS EDAURDO É FRACO, MUITO FRACO. O SPORT FOI MELHOR E DOMINOU O MEIO CAMPO. MANCINE É FRACO DEMAIS. VAMOS PERDER O CAMPEONATO QUE É UM DOS MAIS FÁCEIS.