Muito se fala sobre títulos e vitórias.
Conheço pouquinho da vida.
Mas sei que títulos e vitórias podem vir com sorte.
Porém.
São muito mais frequentes após trabalho duro e silencioso.
Inclemente, até, durante longo tempo.
Título e vitórias chegando ao acaso se destroem na primeira rajada de vento.
Caem.
Castelos de cartas marcadas.
Assim foram as glórias do Náutico nos últimos anos.
Não que não se tenha trabalhado.
Entretanto, foi trabalho sem rumo e sem protocolo.
Entropia e caos.
Nunca cosmos.
Bem diferente do trabalho da seleção brasileira de handball feminino.
Campeão mundial neste domingo na Sérvia.
Após longo e tortuoso caminho de imensas dificuldades.
Forjando campeãs.
Garimpando talento.
Importando quem se importava em nos fazer crescer.
‘Planejamento’.
Palavra chave e tão inutilmente utilizada por imprensa e dirigentes.
Um clube, um estado, um profissional, uma nação.
Não se planejam para 365 dias.
Planejamento significa metas com cinco, dez, vinte anos.
Balança de pagamento bem gerida.
Funcionários satisfeitos.
Clientes e torcida conscientes de que tem gente séria no pedaço.
Quando competência, talento e seriedade se encontram.
Muitas vezes a vitória custa a chegar.
Mas quando chega é sinônimo de muitas e muitas outras.
Por: Roberto Vieira
O QUE ELE COLOCA JADIEL,E UMA CORRELAÇAO DE
OBJETIVOS,MOSTRANDO DE UM LADO,TRABALHO,TA
LENTO,PLANEJAMENTO,ASPECTOS VISTOS NO TRABA
LHO FEITO NA SELAÇAO FEMININA DE HANDBALL.
O NAUTICO PRECISA,SE QUISER SAIR DA LETARGIA
EM QUE SE ENCONTRA,AGIR DA MESMA FORMA,OU SE
JA,TER COMO EXEMPLO,QUE NAO SE CONQUISTAM AS
COISAS DA NOITE PARA O DIA.
E O TEXTO SERVE PARA MOSTRAR,QUE OS EXEMPLOS
BONS DIANTE DOS OLHOS SAO MUITOS,MAS QUE A
QUEDA,VEM,E VEM FORTE QUANDO O QUE EXSITE SAO
DESMANDOS,VIGARIÇE E PATIFARIA.
PAULO WANDERLEY,UM EXEMPLO TIPICO DO QUE O
NAUTICO NAO DEVE TER OU MANTER.
Eu não entendi porra nenhuma.
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