Imagino como deve ser difícil.
Lembrar, recordar, falar hora a fio sobre seu ídolo.
Ainda mais quando esse ídolo é nosso pai.
A colaboração de Mestre Silvio Lasalvia para o livro foi inestimável.
As histórias infinitas.
Ora repletas de beleza.
Ora repletas de lembranças difíceis.
No final?
Ficou o amor eterno entre um pai e seu filho.
Preciso escrever mais?
Por: Roberto Vieira