Berna treinou normalmente nesta sexta-feira com o grupo e confirmou presença para o jogo contra o Vitória. A mania de trabalho acarretou em desgaste e Berna acabou convencido de parar por duas rodadas para não sofrer lesão mais grave. “Eu havia desobedecido às recomendações, até porque é complicado ficar fora numa situação como esta. Se eu continuasse o prejuízo seria maior. Mas agora estou clinicamente 100% e a condição técnica vai prevalecer com a sequência dos jogos”.
Remanescente do Fluminense quase rebaixado em 2009, Berna empresta sua experiência para convencer os companheiros de que podem tirar o Náutico da situação delicada no campeonato. Para isto, ele aposta na experiência do grupo e em um só desejo de todos; o de entrar para história do clube com uma campanha de campeão.
“Prevaleceu naquela situação a individualidade dos jogadores. Cada um procurou se cuidar fisicamente e tecnicamente para oferecer mais ao grupo. Tivemos uma conversa logo após a saída do Renato e numa reunião apenas entre os jogadores focamos num só objetivo. Unimos a experiência dos jogadores mais rodados com a vontade dos mais jovens de querer mostrar algo mais. Conseguimos uma virada em cima do cruzeiro em Belo Horizonte quando estávamos desacreditados e encontramos no aeroporto uma recepção calorosa. Quando a gente se isola evita influências, mas neste caso, a da torcida foi positiva pra gente”.
Instado a fazer uma comparação, Berna segue a cartilha de não se fazer prognóstico no futebol. “Eu evito fazer comparação porque futebol não é exato. Esporte coletivo tem muitas variáveis. O elenco do Fluminense tinha mais jogadores experientes, mas temos aqui também atletas capazes de mudar o quadro. O maior segredo é fazer uma mescla interessante e fazê-la funcionar. É difícil somar 12 ou 13 vitórias, mas, é obrigação de cada jogador sonhar e acreditar nisso” finalizou.
Por: Simone Vilar/Imprensa Náutico
Foto: Simone Vilar
Já chegamos a 5000 assinaturas?
Concordo Roberto.
Luiz Antonio
Assim que tiver, me envie a data exata da eleição, para poder ir até aí votar . Moro em Sp
Sds timbus
Nautico …Sempre …Sempre
ALELUIA!!!!!! COMEÇOU A VASSOURADA.
MAGRÃO ELTINHO E OZIEL TCHAU ! JÁ VAI TARDE.
Somos fortes e sempre superamos a nés mesmo. O Clube Náutico Capibaribe, em 2013, foi o campeão pernambucano de remo, repetindo o feito e 2010 e 2011. Antes de começar o campeonato sabiamos que vencer nem sempre é fácil, mas sabiamos que teriamos que lutar com todas as nossas forças. Por questão de cultura eleitorial do clube, a união nunca é possível. As vaidades superam o desejo de ver o clube unido e marchando célere para a vitória. Estamos diante de uma situação, aonde o rabaixamenteo é inevitável. Embora, não matematicamente, mas estatisticamente, sim. Esses membros que compõem as diretorias atualmente tentaram inúmeras vezes a superação, a conquista de títulos, elevar o nome do nosso clube no cenário nacional e nada conseguiram nesses cinquenta anos de poder. Eles são descendentes de alvirrubros famosos, outros filhos de alvirrubros e até alguns que chegaram ao clube por mãos de terceiros, sem tradição e que se julgaram como lideranças, mas sempre pleitiando cargos políticos ou um lugarzinho ao sol junto aos existentes no Clube Náutico Capibaribe. Nesses últimos 10 anos foram só manchetes em páginas policiais dos jornais da Capital. “ Diretor tenta juntar provas contra suborno de jogador” – tudo mentira. “ex-presidente é suspenso pelo conselho do clube e obrigado a devolver dinheiro desviado”. Nada de títulos, em contrapartida as causas trabalhistas triplicam anualmente, acordos de dívidas estaduais e federais, não são honradas e com isso mergulhamos no fundo do lamaçal. É preciso dar um basta nisso tudo. Precisamos voltar a ser o Náutico dos anos, 60, 70. Que quando entrava em campo a orquestra tocava – (tremei, tremurinhas, o timbu chegou). Essas lideranças fizeram o bom. Mas, não o que era certo. O problema não está em fazer as coisas. O problema está no posionamento correto a partir do qual fazemos escolhas. A liderança atual do clube André Campos, recoheceu o erro nas contratações. Mas, o erro não é de agora e sim de outrora. Morremos de sede em frente ao rio e morremos de fome diante de um banquete. Nesses últimos anos tivemos o maior orçamento da nossa história e também os maiores fiascos da nossa história. Mas, tem solução, claro que tem… vamos dar crédito ao candidato do MTA. São dois para ser escolhido.um é Glauber Rocha, alto funcionário da Chesf, em nível de diretoria, personalidade inabalável, patrimônio conseguido com seus esforços, bem relacionado e comprometido com a recuperação do clube. O outro é o médico Durval Valença Filho, um dos sócios do IOR. O que for escolhido seguirá um projeto elaborado para o biênio 2013 e 2014, mas, que terá validade de 05 anos, que é o tempo de recuperação do nosso cambaliante Clube. Teremos que manter o slogan “ Vamos fazer em dois anos o que vocês demoraram 50 para conseguir”.
Sou ex-remador do clube, tricampeão de remo e pai de dois filhos que foram campeões de futebol de salão e de dois netos torcedores do glorioso Clube Náutico Capibaribe.
SÓ FALTA O TIME PARA ISSO… SE FICÁSSEMOS SÓ COM UNS 5 DOS NOSSOS JOGADORES E CONTRATÁSSEMOS O TIME DO CHAPECOENSE, AÍ EU ACREDITAVA SIM. VERGONHA DE SER ALVIRRUBRO; VERGONHA DE SER ALVIRRUBRO; VERGONHA DE SER ALVIRRUBRO…