O Barradão vai receber, às 18h30m deste domingo, um duelo de desesperados no qual o triunfo significa mais que somente três pontos a mais na tabela do Brasileirão. Vitória e Náutico se enfrentam pela 21ª rodada da Série A para dar fim a jejuns incômodos no torneio nacional: o time baiano não vence desde a 14ª rodada, enquanto o pernambucano não bate um adversário desde a 9ª rodada.
O gráfico do Vitória no Brasileirão é uma curva descendente. Depois de ficar no G-4 da competição por sete rodadas, o Rubro-Negro baiano atingiu sua pior colocação até agora: é o 13 º, com 24 pontos – apenas dois a mais que a Portuguesa, primeiro time na zona de rebaixamento. Nos últimos seis jogos, a equipe somou apenas dois pontos. A seu favor, além da situação delicada do adversário, o Rubro-Negro conta com o poder do Barradão. Como mandante, em sua casa e na Fonte Nova, o Vitória tem aproveitamento de 63%. Se forem contabilizadas apenas as partidas disputadas no estádio Manoel Barradas, o número melhora: 67% de aproveitamento.
Já o discurso no Náutico para o jogo deste domingo é muito parecido com o que vem sendo aplicado há dez rodadas. O Timbu não consegue vencer e tem jogado sempre para a próxima partida a possibilidade de triunfo, que, na cabeça dos jogadores, seria um marco inicial para o time iniciar uma reviravolta. O confronto contra o Vitória é marcado por mais importância ainda por eles considerarem que o time baiano é um dos concorrentes ao rebaixamento e por isso enxergam a partida como um jogo de seis pontos.
as escalações
Vitória: Vitória: sem tempo para treinar após o empate com o Internacional, o técnico Ney Franco deve mandar a campo praticamente a mesma equipe do último duelo. A alteração é a volta do argentino Maxi Biancucchi, artilheiro do Leão na Série A, que ficou fora do jogo de quinta-feira por causa de uma lesão. Assim, o Vitória deve ter a seguinte formação: Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Michel, Cáceres, Renato Cajá e Marquinhos; Biancucchi e Dinei.
Náutico: o técnico Levi Gomes promoveu cinco mudanças no time titular em relação ao que jogou na última quarta-feira, contra o Grêmio. O goleiro Ricardo Berna, o zagueiro Willian Alves, o lateral-esquerdo Bruno Collaço, o volante Martinez e o atacante Jones Carioca voltam ao time e o volante Derley será improvisado como lateral-direito. O áutico deve entrar em campo com Ricardo Berna; Derley, Jean Rolt, Willian Alves e Bruno Collaço; Elicarlos, Helder, Martinez e Tiago Real; Jones Carioca e Hugo.
quem esta fora
Vitória: sem jogadores suspensos por cartão, o problema do Leão da Barra é o departamento médico lotado. Fabrício, Nino Paraíba e Mansur não voltam mais a disputar o Brasileirão, já que passaram por cirurgias. Pelo mesmo motivo, o goleiro Deola está em recuperação. André Lima, Danilo Tarracha, Leilson e Vander completam a lista dos lesionados. Além destes, o argentino Escudero cumpre suspensão preventiva de 30 dias, por ter sido flagrado no exam antidoping.
Náutico: com uma lesão na coxa direita, o atacante Rogério segue sendo o principal desfalque. Outros jogadores que seguem sem poder entrar em campo por conta de problemas médicos são os laterais Maranhão e Eltinho. O zagueiro Leandro Amaro tomou o terceiro cartão amarelo na última quarta-feira e também não entra em campo..
pendurados
Vitória: Danilo Tarracha, Maxi Biancucchi, Michel e Victor Ramos.
Náutico: Auremir, Bruno Collaço, Elicarlos, Martinez e William Alves.
o árbitro
Jean Pierre Gonçalves Lima (RS) apita o jogo, auxiliado por Carolina Romanholi Melo (CE) e Frederico Soares Vilarinho (MG). O árbitro trabalhou em duas partidas neste Brasileiro. Jean Pierre aplicou apenas um cartão amarelo em suas partidas (média de 0,5) e nenhum vermelho. Ainda marcou média de 27,0 faltas por jogo e assinalou um pênalti (0,5 por partida). O campeonato tem média de 4,3 cartões amarelos e 0,3 cartões vermelhos. São 34,6 faltas em média por partida e 0,2 pênalti por confronto.
estatisticas
VITÓRIA: nos últimos cinco jogos fez quatro gols e sofreu oito. Duas equipes com pouca pegada na marcação, são também duas das três equipes menos punidas com cartões. Não tiveram qualquer jogador expulso. O time do Vitória é o mais disciplinado do campeonato, com apenas 30 cartões amarelos em 20 jogos. Considerada a média por partida, o Vitória é o terceiro time que menos faltas cometeu (15,25), também porque é a segunda equipe que menos vezes roubou a bola de adversários (11,70 por jogo). Não é à toa que são duas das três equipes que mais finalizações permitiram aos adversários até aqui. O Vitória é o segundo que mais sofreu finalizações (14,50 por jogo) e finalizações certas (5,30). Seu índice de finalizações sofridas que viraram gol é intermediário, o oitavo melhor (10,0%). Para piorar, o Vitória sempre finalizou pouco, mas tinha ótima pontaria. Agora, além de ser o time que menos finalizações certas fez (3,35 por jogo), seu índice de finalizações que viraram gol caiu para a sétima melhor da competição e está na nona colocação como melhor ataque da Série A (25 em 20 jogos).
NÁUTICO: nos últimos cinco jogos fez um gol e sofreu dez. É a terceira equipe mais disciplinada do Brasileirão, com apenas 34 amarelos em 19 jogos. É o quinto time que menos faltas cometeu (15,89) e o quinto que menos bolas roubou (12,32). É a terceira equipe que mais sofreu finalizações (14,32) e finalizações certas (5,21). Uma desvantagem do Náutico é ter o quarto pior índice de finalizações sofridas que entraram em seu gol (12,5%). É o nono ataque que mais finalizações certas fez (4,21 por jogo), mas é o pior índice de finalizações que viraram gol (3,9 por jogo). Acerta o gol, mas com pouca dificuldade. É o quinto que menos exigiu defesas difíceis e o time que menos gols fez (nove em 19 jogos).
na historia
Na primeira fase do Campeonato Brasileiro de 1989, o Náutico bateu o Vitória com facilidade no Estádio dos Aflitos. Com gols de Bizu, Nivaldo, Augusto e Erasmo, o Timbu aplicou um sonoro 4 a 0 no time baiano, que ainda teve o lateral Silva expulso pelo árbitro Luís Carlos Félix.
Por: Globo Esporte
Foto: Globo Esporte
Voltar pros Aflitos? KKKKKKKKKKKKKKK…. É querer ser pequeno a vida toda e só jogar no esquema pebolim…Naquele pasto onde ninguém sequer consegue dar 3 passes. É só chutão pra frente e bumba meu boi…..
O QUE O SR VALDEMIR DISSE TEM SENTIDO. SÓ QUE ELE ESQUECEU UM DETALHE: MAIS IMPORTANTE DO QUE O DINHEIRO É O CLUBE ARREGIMENTAR NOVOS TORCEDORES, E PARA ISTO PRECISA, ANTES DE TUDO, FACILITAR SUA IDA AOS JOGOS.
O QUE TORNA UM CLUBE GRANDE É UMA GRANDE TORCIDA E NÃO O DINHEIRO QUE ELE ARRECADA. ATÉ PQ QUEM TEM GRANDE TORCIDA TEM FACILDADE EM CONSEGUIR GRANDES PATROCINADORES, A VERBA DA TELEVISÃO É MAIOR DEVIDO A UMA MAIOR AUDIÊNCIA, O CONSUMO DOS PRODUTOS DO CLUBE AUMENTA, A QUANTIDADE DE SÓCIOS AUMENTA ETC.
SE AGENTE PENSAR DA FORMA QUE VOCÊ DISCORREU, TEREMOS SEMPRE 5.000 SOCIOS COM TENDÊNCIA A DIMINUIR, E NÃO É ISSO QUE QUEREMOS PARA O NOSSO CLUBE.
Deixem de conversa fiada ! O que a Arena paga para o Náutico jogar lá, corresponde a mensalidade de 15.000 associados. O Náutico não tem nem 5.000 associados, e querem voltar para os Aflitos. Só é preciso saber para onde está indo o dinheiro. O mesmo motivo da falta de dinheiro nos Aflitos !
Conversa fiada. A Arena não paga nada. A Arena pagou ao Náutico R$ 350 mil / mes em 2011 e R$500 mil/mes em 2012. Este ano o Náutico recebeu ate a arena ser entregue.Daí em diante, só 80% dos bilhetes negociados dos jogos de futebol. É ferro seu Valdemir. Você está fora. Todo mundo já sabe desse contrato “mal assombrado” que os larápios fizeram para fuder o Náutico e ajudar as aspirações políticas de Eduardo Campos. Se isto fosse com Sport ou Santa duvido que tivessem feito. A continuar o Náutico fecha.Não sei em que “mundo” voce vive,mas este link abaixo pode até lhe dá um pouco de conhecimento sobre esta safadeza toda.
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/nautico/noticia/2011/10/nautico-assina-contrato-e-oficializa-ida-para-arena-pernambuco.html
Ô PISA!!!
Somos fortes e sempre superamos a nés mesmo. O Clube Náutico Capibaribe, em 2013, foi o campeão pernambucano de remo, repetindo o feito e 2010 e 2011. Antes de começar o campeonato sabiamos que vencer nem sempre é fácil, mas sabiamos que teriamos que lutar com todas as nossas forças. Por questão de cultura eleitorial do clube, a união nunca é possível. As vaidades superam o desejo de ver o clube unido e marchando célere para a vitória. Estamos diante de uma situação, aonde o rabaixamenteo é inevitável. Embora, não matematicamente, mas estatisticamente, sim. Esses membros que compõem as diretorias atualmente tentaram inúmeras vezes a superação, a conquista de títulos, elevar o nome do nosso clube no cenário nacional e nada conseguiram nesses cinquenta anos de poder. Eles são descendentes de alvirrubros famosos, outros filhos de alvirrubros e até alguns que chegaram ao clube por mãos de terceiros, sem tradição e que se julgaram como lideranças, mas sempre pleitiando cargos políticos ou um lugarzinho ao sol junto aos existentes no Clube Náutico Capibaribe. Nesses últimos 10 anos foram só manchetes em páginas policiais dos jornais da Capital. “ Diretor tenta juntar provas contra suborno de jogador” – tudo mentira. “ex-presidente é suspenso pelo conselho do clube e obrigado a devolver dinheiro desviado”. Nada de títulos, em contrapartida as causas trabalhistas triplicam anualmente, acordos de dívidas estaduais e federais, não são honradas e com isso mergulhamos no fundo do lamaçal. É preciso dar um basta nisso tudo. Precisamos voltar a ser o Náutico dos anos, 60, 70. Que quando entrava em campo a orquestra tocava – (tremei, tremurinhas, o timbu chegou). Essas lideranças fizeram o bom. Mas, não o que era certo. O problema não está em fazer as coisas. O problema está no posionamento correto a partir do qual fazemos escolhas. A liderança atual do clube André Campos, recoheceu o erro nas contratações. Mas, o erro não é de agora e sim de outrora. Morremos de sede em frente ao rio e morremos de fome diante de um banquete. Nesses últimos anos tivemos o maior orçamento da nossa história e também os maiores fiascos da nossa história. Mas, tem solução, claro que tem… vamos dar crédito ao candidato do MTA. São dois para ser escolhido.um é Glauber Rocha, alto funcionário da Chesf, em nível de diretoria, personalidade inabalável, patrimônio conseguido com seus esforços, bem relacionado e comprometido com a recuperação do clube. O outro é o médico Durval Valença Filho, um dos sócios do IOR. O que for escolhido seguirá um projeto elaborado para o biênio 2013 e 2014, mas, que terá validade de 05 anos, que é o tempo de recuperação do nosso cambaliante Clube. Teremos que manter o slogan “ Vamos fazer em dois anos o que vocês demoraram 50 para conseguir”.
Sou ex-remador do clube, tricampeão de remo e pai de dois filhos que foram campeões de futebol de salão e de dois netos torcedores do glorioso Clube Náutico Capibaribe.
PARECE COISA ORQUESTRADA. A IMPRESSÃO QUE PASSA É QUE QUEREM TRANSFORMAR O NÁUTICO NUM TIME PEQUENO E DEIXAR A PRAÇA DO RECIFE SÓ PARA OS NOSSOS ADVERSÁRIOS.
COMO SE JUSTIFICA UM CAMPO NUM LOCAL ERMO DAQUELE E A ÚLTIMA ESTAÇÃO DE METRO FICAR A 3 KM? O RESULTADO JÁ SABEMOS: A DIFICULDADE VAI SIGNIFICAR A REDUÇÃO DE NOSSA TORCIDA, QUE É O MAIOR PATRIMÔNIO DE UM CLUBE. E É PQ O PREFEITO E O GOVERNADOR SÃO ALVIRRUBROS. O COMPORTAMENTO DELES É O ESPELHO DE NOSSA CLASSE DIRIGENTE: OMISSA E INDIFERENTE.
AGORA, FAÇAMOS UMA ELOCUBRAÇÃO E IMAGINEMOS QUE O CLUBE FOSSE O SPORT E O GOVERNADOR FOSSE JARBAS, VOCÊS ACHAM QUE ELE PERMITIRIA TANTOS DESCALABROS PARA PREJUDICAR O CLUBE DELE? JAMAIS! MAS, INELIZMENTE ESSA É A NOSSA REALIDADE.
O NAUTICO SÓ VAI CRESCER, SER ORGANIZADO E TORNAR-SE UM CLUBE VENCEDOR, QUANDO SURGIR UM VERDADEIRO TORCEDOR COM CAPACIDADE DE ADMINISTRÁ-LO.
SOBRE A ARENA, MUITO DOS TORCEDORES QUE EU CONHEÇO AINDA NÃO FORAM A UM JOGO DO NAUTICO LÁ, E ALGUNS DIZEM QUE ESTÃO DEIXANDO DE SER SÓCIOS, POIS NÃO HÁ MAIS NENHUM MOTIVO PARA TAL.
OU SE MUDA TOTALMENTE AS CONDIÇÕES QUE ESTÃO NOS OFERECENDO, OU É INVIÁVEL PARA O NÁUTICO CONTINUAR JOGANDO NA ARENA. COMO ISSO NÃO VAI MUDAR, POR QUE NÃO HÁ VONTADE POLÍTICA DE QUEM PODE INTERFERIR, CONCORDO QUE O MELHOR É MAIS UMA VEZ RETROCEDERMOS NO TEMPO E VOLTARMOS AO VELHO AFLITOS.
Parece time pequeno não, já é. TIME GRANDE TEM CAMPO, TIME PEQUENO PEDE ARREGO E “FINGE” TER, PARA ENROLAR OS BOBOS.
NÃO É MAIS VONTADE POLÍTICA.
AGORA É UM NEGÓCIO, E PARA TER LUCRO ALGUÉM TEM QUE GASTAR. NO CASO SOMO NÓS, DAÍ TODO PROBLEMA.
ALGUNS AINDA SE MANTÉM ENGANADOS,ACHANDO QUE A ARENA É “TIMBÚ”, QUE O NÁUTICO FINALMENTE FICOU “MODERNO” , AGORA TEMOS CONFORTO ETC,ETC, MAS NÃO QUEREM VER AS DIFICULDADES DE MOBILIDADE, E FINANCEIRAMENTE LUGAR POR LUGAR É MELHOR OS AFLITOS. DA ARENA SÓ SE PERDE O CONFORTO QUE POR SER MUITO GRANDE TODOS FICAM SENTADOS.