A Série A do Campeonato Brasileiro pode não valer mais nada para o Náutico, que já está rebaixado para a Segunda Divisão, mas para alguns jogadores do elenco alvirrubro esta reta final tem servido e muito. O técnico Marcelo Martelotte promoveu jogadores da base para as últimas rodadas e se ficasse só nisso eles já estariam satisfeitos. No entanto, na próxima quinta-feira eles terão a oportunidade de jogar num dos mais emblemáticos palcos do futebol mundial, o Maracanã.
- É um sonho de todo mundo e de todo jogador ir ao Maracanã, que é um palco de muitas alegrias para muitos clubes. Me sinto orgulhoso em ter essa oportunidade de poder estar junto com o Náutico lá – contou o zagueiro Diego, de apenas 20 anos.
Mesmo sem saber se entrará em campo, ele já se mostra conformado com o simples fato de poder pisar no gramado do Maracanã.
- Não sei nem se vou começar jogando, mas se ele optar por mim estarei pronto. O orgulho será só de estar lá, mas se puder jogar vai ser melhor ainda. Seria a realização de um sonho.
Apesar da admiração, Diego garante que não vai tremer e que vai se esforçar ao máximo para ajudar o Náutico a vencer o Fluminense.
- Não pode tremer. Temos que estar focados para conseguir dar o nosso melhor e conseguir o nosso objetivo e quem sabe voltar com um resultado positivo.
Por Lucas Liausu/Globo Esporte
Foto: Aldo Carneiro
O destino de toda a base timbu é defender “grandes” times do interior pernambucano e sucumbir na mediocridade e ostracismo. Não se salva nada. Aliás, nada presta nesse time.
Ainda não jogou nada e já está falando.
Mal sinal.
Mau, na verdade.
Esse fraco até umas horas. É só recordar a primeira chance que teve na arena. Jogador que olha a bola e não o atacante passando nas costas. Não sobe na bola com aquela vontade de crescer na profissão, mas entre estes garotos e os peladeiros velhos prefiro a “juvenília”.
Se os atuais perebas do Náutico fossem ladrões de galinha seriam péssimos até nesta função.