Um jogador começa a marcar gol em cima de gol no alvirrubro.
E alguém lembra de Baiano.
Ícone dos anos 80.
Maior artilheiro do Brasil.
Algoz da Ilha do Retiro.
Baiano continua Deus dos Aflitos.
Pedro Carmona chegou como aposta qualificada.
E desandou a marcar gols.
Dois no Sport.
Três no Porto.
E logo alguém gritou:
‘O novo Baiano!’
Pedro Carmona que lembra fisicamente o Adriano de 99.
Sem a mesma maestria nas faltas.
Carmona que está salvando o time como outro ídolo.
Um cara chamado Kuki em 2001.
Carmona não é Baiano, nem Kuki, nem Adriano.
Carmona é apenas Carmona, e já está de bom tamanho.
Mas uma coisa continua verdade no futebol.
A salvação no futebol?
É escrita com gols, muitos gols.
E fazendo gols deste jeito.
Carmona é rei…
Postado por Roberto Vieira às 12:00
as palavras de críticas são bem mais fáceis de serem proferidas, porem elogiar e necessário saber como se faz esse elogio. O time do náutico começa a evoluir. Talvez esteja melhorado em 20 por cento e ai essa rama de torcedores apresadinhos querem que o time mude do dia para a noite ai só milagre meus caros deem um tempo para o time crescer isso depende de conjunto, treinamentos preparo físico etc. não pensem que a coisa e como vocês pensam.
abraços
alvirubro
Em terra de cego quem tem um olho é autoridade máxima.
Nem tanto, nem tanto mestre.
Menos, menos…
É esse o problema de grande parte de nossa torcida: quando o time ganha, tudo são flores; quando perde é um inferno e nada presta.
Quem dera o Náutico fosse campeão. É o que eu sonho há uma década.
ROBERTO VIEIRA,VOCE ESTA DELIRANDO !
Nao vamos desgastar a imagem do grande baiano a toa , Carmona ta chegando agora ta respondendo , mas tem que provar muito ainda
falta muito pra amarrar a chuteira de baiano.