COMO NOS AFLITOS

Pois é.

Engarrafou na ida.

Mas havia os 11 mil pagantes e a atmosfera vermelha e branca.

A luta.

A bola rolando rápida – ao invés de brecada na grama rosaesilvina.

O gol de abertura na pressão.

O empate, pra dar aquela emoção típica de quem só vence sofrendo.

E o segundo tempo redentor e ofensivo – marca desde 1929.

Um segundo tempo de quem sobreviveu ao dilúvio e retornou são e salvo.

E, como naqueles velhos tempos nos Aflitos.

Restou o antigo sonho de um coração que não conhece outra pátria.

Porque a casa do Náutico?

É onde o Náutico estiver…

Por Roberto Vieira

7 respostas a COMO NOS AFLITOS

  1. Théo Sabiá disse:

    Não consigo enxergar inteligência em se defender um penico velho no qual deixa-se de ter o sagrado direito de evoluir e progredir na vida como CLUBE de futebol. Aflitos já é passado e permanecer naquilo é abdicar do direito de crescer. É com esse saudosismo barato e comodismo burro que certos torcedores esperam que o clube cresça e deixe de ser nanico? Já não basta o bando de abutres não se associar para ajudar o clube e ainda ficar sonhando com o impossível, como se o clube pudesse crescer só alimentado por um saudosismo burro? Não seria mais inteligente se passar a exigir a conclusão das obras restantes, o que é obrigação dessa merda de governo?

  2. Herbert Santos disse:

    Não acabou nada….apenas estamos “agarrados” a boias salva vidas, atiradas por “barcos” grandes com segundas intenções. Lamento , mas é só um momento. A Arena é um grande estádio, construindo em um lugar absurdamente errado, e quem paga a conta é o Náutico.

    • Ricardo disse:

      Concordo com a opinião sobre o local onde construíram a arena PE que os dirigentes do Náutico colocaram o clube para ter obrigação de jogar lá por 30 anos.

      Aqui em Recife e em Pernambuco de uma forma geral nada se constrói de forma correta. Tudo é errado.

      Vejam vocês: Manaus, Fortaleza, Natal e Salvador. Todas essas sedes da copa do mundo com arenas construídas ou reformadas nos mesmos locais dos antigos estádios e dentro das capitais. Só Recife é que teve por parte do governo do estado a infeliz ideia de fazer esse empreendimento lá nos cafuné de judas.

      É por isso que ficamos para traz em tudo.

  3. fabio lima disse:

    ao inves de 1929,para mim seria 1926,ano do
    vice-campeonato,pois foi a partir de entao,
    que o nautico verdadeiramente se interessa
    pelo futebol.E a casa do nautico nao foi,ou
    sera nunca essa arena.os aflitos,eladio de
    barros carvalho sim,nossa unica e verdadeira
    casa,independente de onde se jogue.

    • Ricardo disse:

      O processo de conclusão da ampliação do estádio Eládio de Barros Carvalho foi sabotado para justamente ficarem de olho na fortuna que vale aquela área. Como todos sabem o Náutico a séculos que virou meio de vida e cabide de empregos para muitos cafajestes tipo os últimos que terminaram de falir os cofres do clube como PW e sua patota de falidos.
      Hoje os Aflitos já era para está concluído com o projeto de Múcio Jucá para 27 a 28 mil pessoas devidamente sentadas de acordo com as normas da FIFA e bem mais de 30 mil pessoas em arquibancadas de concreto armado.
      Mais os interesses próprios e não do clube além dessa porcaria de copa do mundo no Brasil ajudaram para que o projeto não fosse concluído em sua totalidade.
      No Náutico tudo é frustração e desilusão.

      • Herbert Santos disse:

        É indiscutível o imenso valor da área. Mas este valor está associado ao termo de posse, ou seja; Um investimento qualquer, numa área própria é uma história, mas investir em “terreno” dos outros é outra história. Desde que o conselho decidiu não vender, o projeto “empancou”, graças a Deus, senão os Aflitos já teria ido parar nas mãos e nos bolsos de alguns “alvirrubros”. Enquanto isso vamos ficando assim,………….morando em casa alugada nos “cafundó de judas”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*


9 − 5 =

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>