Engarrafou na ida.
Mas havia os 11 mil pagantes e a atmosfera vermelha e branca.
A luta.
A bola rolando rápida – ao invés de brecada na grama rosaesilvina.
O gol de abertura na pressão.
O empate, pra dar aquela emoção típica de quem só vence sofrendo.
E o segundo tempo redentor e ofensivo – marca desde 1929.
Um segundo tempo de quem sobreviveu ao dilúvio e retornou são e salvo.
E, como naqueles velhos tempos nos Aflitos.
Restou o antigo sonho de um coração que não conhece outra pátria.
Porque a casa do Náutico?
É onde o Náutico estiver…
Por Roberto Vieira
Não consigo enxergar inteligência em se defender um penico velho no qual deixa-se de ter o sagrado direito de evoluir e progredir na vida como CLUBE de futebol. Aflitos já é passado e permanecer naquilo é abdicar do direito de crescer. É com esse saudosismo barato e comodismo burro que certos torcedores esperam que o clube cresça e deixe de ser nanico? Já não basta o bando de abutres não se associar para ajudar o clube e ainda ficar sonhando com o impossível, como se o clube pudesse crescer só alimentado por um saudosismo burro? Não seria mais inteligente se passar a exigir a conclusão das obras restantes, o que é obrigação dessa merda de governo?
Não acabou nada….apenas estamos “agarrados” a boias salva vidas, atiradas por “barcos” grandes com segundas intenções. Lamento , mas é só um momento. A Arena é um grande estádio, construindo em um lugar absurdamente errado, e quem paga a conta é o Náutico.
Concordo com a opinião sobre o local onde construíram a arena PE que os dirigentes do Náutico colocaram o clube para ter obrigação de jogar lá por 30 anos.
Aqui em Recife e em Pernambuco de uma forma geral nada se constrói de forma correta. Tudo é errado.
Vejam vocês: Manaus, Fortaleza, Natal e Salvador. Todas essas sedes da copa do mundo com arenas construídas ou reformadas nos mesmos locais dos antigos estádios e dentro das capitais. Só Recife é que teve por parte do governo do estado a infeliz ideia de fazer esse empreendimento lá nos cafuné de judas.
É por isso que ficamos para traz em tudo.
ao inves de 1929,para mim seria 1926,ano do
vice-campeonato,pois foi a partir de entao,
que o nautico verdadeiramente se interessa
pelo futebol.E a casa do nautico nao foi,ou
sera nunca essa arena.os aflitos,eladio de
barros carvalho sim,nossa unica e verdadeira
casa,independente de onde se jogue.
O processo de conclusão da ampliação do estádio Eládio de Barros Carvalho foi sabotado para justamente ficarem de olho na fortuna que vale aquela área. Como todos sabem o Náutico a séculos que virou meio de vida e cabide de empregos para muitos cafajestes tipo os últimos que terminaram de falir os cofres do clube como PW e sua patota de falidos.
Hoje os Aflitos já era para está concluído com o projeto de Múcio Jucá para 27 a 28 mil pessoas devidamente sentadas de acordo com as normas da FIFA e bem mais de 30 mil pessoas em arquibancadas de concreto armado.
Mais os interesses próprios e não do clube além dessa porcaria de copa do mundo no Brasil ajudaram para que o projeto não fosse concluído em sua totalidade.
No Náutico tudo é frustração e desilusão.
É indiscutível o imenso valor da área. Mas este valor está associado ao termo de posse, ou seja; Um investimento qualquer, numa área própria é uma história, mas investir em “terreno” dos outros é outra história. Desde que o conselho decidiu não vender, o projeto “empancou”, graças a Deus, senão os Aflitos já teria ido parar nas mãos e nos bolsos de alguns “alvirrubros”. Enquanto isso vamos ficando assim,………….morando em casa alugada nos “cafundó de judas”.
Correto.