O meia Vinícius chegou ao Náutico ainda no comando do técnico Lisca, com sua estreia na partida diante do Salgueiro pelo Campeonato Pernambucano. Titular, porém, ele só foi com a mudança de treinador no mês de maio: com a chegada de Sidney Moraes (e a saída do meia Zé Mário), ele teve a oportunidade e a aproveitou, inclusive marcando o gol da vitória sobre a Portuguesa. Agora, com Dado Cavalcanti, ele passa pelas mãos do terceiro treinador no mesmo clube e vê uma evolução no Timbu. De acordo com o jogador um ponto que tem sido melhor trabalhado em relação aos outros treinadores é a confiança dos atletas em campo.
“O time pegou confiança. Vencemos muito bem o Luverdense. Terça, fizemos um bom jogo de novo. Ficamos atrás do placar duas vezes e mostramos poder de reação. Antes, a gente ficava descontrolado em situações como essa. Desta vez, tivemos paciência e acreditamos que, trabalhando da maneira como o técnico havia pedido, conseguiríamos chegar ao nosso gol”, opinou Vinícius. “Quando chega um treinador novo, a mudança sempre acontece. Com ele, foi muito positiva. Ele tem conversado com os jogadores fora de campo. Até porque não tem muito tempo para treinar. Mas o mais importante é ele ter trazido a confiança pra gente”, destacou.
A boa atuação na estreia de Sidney Moraes lhe rendeu a afeição do treinador e a vaga de titular, sustentada por oito rodadas da Série B do Campeonato Brasileiro. Contudo, Vinícius passou a oscilar entre a titularidade e a reserva, algo que ele pretende dar fim sob as orientações do novo treinador. Titular nas duas vitórias conquistadas com Dado Cavalcanti, ele pretende dar sequência à boa fase, mas sabe que tem um companheiro de peso na posição, o argentino Cañete. E é assim que ele prefere pensar no outro jogador – companheiro, e não adversário de posição.
“Acho que, independentemente de quem jogue, quem ganha é o Náutico. Estou fazendo bons jogos. Com a chegada do Cañete, vem a concorrência, mas podemos até jogar juntos”, sugeriu. “Acho que tenho que continuar o que venho fazendo. Estou tentando assimilar tudo o que ele (Dado) pede. Vontade não falta. Sempre que estiver em campo, vou procurar dar o máximo”, prometeu.
Por: Felipe Bueno de Andrade e Celso Ishigami /Diario de Pernambuco
Foto: Daniel Gomes
Precisamos de uma sequência de 3 vitorias seguidas, já que nos próximos seis jogos, quatro serão em casa. Se isso acontecer, iremos pra cabeça na tabela !
Bando de donzelos,precisamos de preços populares também. nem todos tem o todos com a nota.exemplo,todo anel superior a 10,00 e por trais das barra 20,00 ou 15,00.FUTEBOL É DO POVÃO.se não for assim aquela merda de Arena não lota nunca.
Acredito que não deveria haver disputa, e sim os dois jogarem juntos, ou seja, o time com dois meias e dois volantes no meio e dois atacantes na frente, não adianta colocar três atacantes, sendo um deles… Tadeu, é um jogador a menos.
CLARO QUE OS DOIS TEM QUE JOGAR NO MEIO, MAIS EU ACHO DIFÍCIL O DADO ABRIR MÃO DO TRÊS ATACANTES.
Gente, o mais importante é que estão surgindo boas opções e agora temos treinador que sabe muito bem trabalhar isso. O Dado sempre foi o meu preferido desde que me dirigi de Brasília a Recife para votar no MTA, que também o tinha como meta. Infelizmente ele só pode chegar agora. Menos mal que estamos recuperando jogadores e crescendo de acordo com o desenrolar da competição. O Dado foi, a meu ver, a melhor contratação do MTA. Há muito a ser melhorado, mas agora começo a me tranquilizar em relação a uma cada vez mais possível manutenção, já que ascensão é muito difícil. VAMOS APOIAR, GALERA!!! AVANTE, TIMBAAAA!!!
Eu também escalaria os dois. Vinicius e Cañete armando, com Sassá e Marinho no ataque.
O inútil Tadeu, nem no banco.
TEM QUE JOGAR COM DOIS MEIAS.
Eu colocaria os dois no meio com Marinho e Sasá no ataque.
CONCORDO.