Na era Lisca no Náutico, é notável um sotaque predominante além do pernambucano: o gaúcho. Boa parte das contratações para a temporada 2014 de futebol tem vindo do sul do país – um reflexo das indicações do técnico Lisca, também gaúcho. Contudo, isso não quer dizer que o Timbu terá as características específicas do futebol gaúcho durante este ano. É o que garante o volante Rodrigo Possebon, gaúcho que acompanhou o treinador na transição do Juventude para o Náutico. De acordo com o atleta, esse “regionalismo” no futebol está cada vez mais em extinção.
“Não acredito que ainda exista isso no futebol. O esporte atualmente é cada vez mais globalizado, os treinadores começam a estudar desde cedo, então essas características de cada região vão se perdendo cada vez mais, porque é possível estudar esquemas de vários países”, opinou Possebon. “Apesar de ser gaúcho também, não acredito que isso vá fazer com que o estilo do Náutico seja ‘pegado’ ou algo do tipo, só porque somos do Sul. Vamos dar o nosso melhor independente disso”, acrescentou.
Meia defensivo, Rodrigo Possebon está atuando ao lado de Elicarlos, um dos poucos remanescentes do elenco da temporada passada. Para ele, a presença do “veterano” tem auxiliado os novatos a se adaptar ao novo clube no Recife. Sobre a titularidade, porém, o gaúcho não tem nenhuma opinião formada: ainda é cedo para indicar quem serão os principais volantes do Náutico em 2014.
“Eli é um cara que já é daqui e está ajudando muito o pessoal que está chegando, não só eu, a saber como funcionam as coisas. Ele é uma referência no clube, um cara muito querido por todos aqui, onde já está há algum tempo e é bom jogar ao lado de um cara que conhece. Fica mais fácil para aprender, facilita ter essa referência dentro de campo”, comentou. “Ainda não tem uma definição dos volante, foram poucos dias de treino e muita coisa ainda pode mudar na formação. Todo mundo também está tentando chegar a um condicionamento, que não será o ideal no início da temporada, mas vamos passar por cima de tudo isso”, encerrou.
Por: Felipe Bueno – Especial para o Diario de Pernambuco
Foto: Divulgação
Se e quando houver o choque de realidade que está rondando por Rosa e Silva, vai ser possível alugar uma van para levar a turma de volta.
Esse ano não será fácil conseguir patrocínio máster.
Lembro desse cara no Santos . Era um bom jogador , não sei hoje se está com o mesmo futebol .
com certeza não , pois estava no juventude jogando quarta divisão.
Cadê o patrocinador master?
ACHO DIFÍCIL ESSE ANO TER PATROCINADOR MASTER, A IMAGEM DO CLUBE ESTÁ MUITO DESGASTADA.
Depende da torcida, se aumentar a quantidade de sócios, e de torcedores indo a campo, comprando camisa,etc, duvido não aparecer patrocinador master, quem não quer patrocinar um time com uma torcida fiel e que usa dinheiro no clube ?
Ao contrário dos que só reclamam.Depende de nós!