O América-MG era líder e estava invicto em Minas. O Náutico não sabia o que era triunfo no exterior…
Tudo começou meio trágico.
Obina se machuca.
Sai carregado e aguarda uma outra ambulância chegar ao estádio.
Uns trinta minutos sem poder seguir para o hospital.
Jogo que segue.
A primeira bola tinha endereço certo.
Bateu na trave esquerda de Alessandro.
Até aí, nada demais.
Outro cruzamento e a segunda bola tinha endereço certo.
Bateu na trave esquerda de Alessandro.
Um torcedor na tarde de Muriaé bricou:
‘Pensei que o ET morava em Varginha!’
Escanteio.
A bola sobra nos pés de William Alves que dá um peteleco pro gol.
A bola ultrapassa dez chuteiras e as luvas do goleiro americano.
Náutico 1×0.
O jogo prossegue.
O tempo complementar dado pelo árbitro encerrado.
E outro peteleco Timbu passa suavemente pelas luvas do goleiro americano.
Náutico 2×0.
Intervalo.
E na volta pro segundo tempo.
Náutico 3×0.
O ET achou que já tinha coisa melhor pra fazer.
Pegou a nave e voltou pro espaço.
O América foi pro ataque e diminuiu.
De pênalti by Mancini.
Tem dois atletas expulsos.
E o dia era do ET.
O ETIMBU…
Porque o futebol é coisa do outro mundo…
* Pouco antes do jogo, conversando com os Mestres Lucídio e Carlos Celso, eu falava, meio sério meio brincando, que no futebol tudo era possível, até mesmo o Náutico sapecar uma goleada no América em Minas…
Por: Roberto Vieira
QUANDO E COM NAUTICO NÃO TEM ETE ALGUM PARA COMENTAR. AINDA BEM