Aos poucos, o departamento médico do Náutico vai liberando seus pacientes. Nesta quinta-feira, dois jogadores apareceram no gramado: o volante Gustavo Henrique, que iniciará a fase de transição nesta sexta-feira, e o zagueiro Welton Felipe, que iniciou o trabalho de fisioterapia, mas ainda está no estaleiro. Apenas Gustavo terá condições de estar em campo no próximo dia 30, pela Copa do Brasil (contra o vencedor de Paraná e Jacuipense-BA).
Gustavo Henrique teve uma fissura no osso do pé e está de fora há bastante tempo. O volante fez a sua última e única atuação pelo Náutico diante do Brasília, no dia 15 de abril.
- Ele tem mais de 40 dias de fratura. Acredito que não está sentindo dores, não se queixou de nada. Sendo assim, nesta sexta-feira o atleta pode iniciar a transição física – disse o médico Bruno Muniz.
Já Welton Felipe lesionou a coxa direita e nem enfrentou o Brasília, pela Copa do Brasil. O tempo de recuperação é longo e ele ainda precisa de oito dias para ser liberado completamente para o departamento físico.
- Tem muitos jogadores que aparecem no campo, mas ainda estão no departamento médico. É o caso de Welton Felipe. Ele teve uma lesão na posterior da coxa há 13 dias e a média de tratamento é de 21.
Visita de Derley
Quem apareceu no centro de treinamento do Náutico foi um atleta bastante conhecido do torcedor alvirrubro: o volante Derley. Após três passagens pelo Timbu (em 2008 e 2009; em 2011 e 2012 e no início de 2013), o atleta passou a ter uma identificação forte com as cores alvirrubras. Na tarde desta quinta-feira, Derley visitou os amigos e, principalmente, o técnico Lisca, que foi o responsável por lançá-lo como jogador profissional. O volante, que defende atualmente o Mineros Zacatecas, do México, ainda deixou em aberto a possibilidade de voltar ao Timbu no futuro.
- Pouca gente sabe, mas foi Lisca que me aprovou como profissional. Em 2007, fui fazer testes no Internacional B e ele era o técnico. Em 2008, eu já estava no elenco principal muito por conta do Lisca ser muito próximo do Abel Braga, treinador da época. Aí eu me lancei. Eu até comecei a trabalhar com ele no início de 2014, na primeira passagem dele aqui, mas só fiquei 15 dias e fui para os Emirados Árabes (defender o Emirates Club). No fim do ano, meu contrato no Mineros termina e aí estarei livre. Quem sabe?
Por: Daniel Gomes/Globo Esporte
Foto: Divulgação
Concordo Sabiá.
VADE RETRO, SATANÁS RUIM! Tá explicado o “talento” do Liscagador pra revelar jogador. Essa íngua chamada Deley é o pior exemplo disso. Apesar de essa desgraça gostar do Timba, isso não faz dele um bom jogador. Fraco e destrambelhado, talvez fosse melhor nos representar numa corrida das pontes, aí na capital. Que esse estrupício permaneça por onde anda, e ainda por muitos anos, até cair os dentes. Xôoooooooo, assombração, já bastam os medíocres que temos no elenco!