Renan Oliveira quer melhorar o físico na pausa para treinos do Náutico: “Tem que pegar firme”
Meia jogou os 90 minutos em apenas quatro partidas do Timbu nesta Série B
Jogador essencial no elenco do Náutico, Renan Oliveira disputou 16 das 19 partidas do Timbu na Série B. No entanto, em apenas quatro delas esteve em campo nos 90 minutos. Nas outras, entrou no decorrer da partida ou foi substituído. Muito disso deve-se à condição física do meia, que dificilmente termina o jogo atuando na mesma intensidade com que começa. Na parada para a Olimpíada do Rio, ele espera que a condição física seja aprimorada. Mais que isso: que a equipe consiga ajustar os detalhes que a deixaram de fora do G4 ao final do primeiro turno.
“Esse momento é para a gente pegar firme na parte física. Temos que aproveitar ao máximo para chegarmos bem no próximo jogo. Essas semanas serão fundamentais para conseguirmos um fôlego até o final do campeonato”, disse Renan, que, no entanto, não vê a questão física como determinante para que ele seja sacado constantemente. “Com relação a jogar os 90 minutos, eu quero fazer isso todo jogo. Às vezes o técnico me tira por opção tática, pelo momento da partida, mas eu não tenho problema em jogar os 90 minutos”, defendeu-se.
Perguntado sobre o principal motivo para a oscilação da equipe, Renan foi enfático: culpou as ausências por lesão como determinantes. “Atrapalharam muito. O treinador gosta de ter todos os jogadores do elenco à disposição. Quando há lesões, a gente não consegue ter uma sequência com a mesma equipe e isso acaba atrapalhando. Essa oscilação ocorreu por causa disso. Jogadores importantíssimos para a equipe acabaram se lesionando, e o grupo deu uma caída”, lamentou.
Tempo de ajustes
Até o jogo contra o Criciúma, que marca o início do segundo turno da Série B, o Alvirrubro tem mais 11 dias de preparação. Tempo que Renan espera que seja gasto para ajustar alguns dos problemas apresentados ao longo da competição. “Agora é o momento ideal para podermos ajustar tudo. Nossa equipe era uma das que menos levava gols. Mas no momento de oscilação, levamos bastantes gols. Temos que voltar a ter aquela confiança do começo do campeonato”, pregou.
Por: Caio Wallerstein /Diario de Pernambuco
Foto: Léo Lemos/Comunicação Náutico
Não consigo enxergar esse elemento como essencial ao time, já que que parece não ter alma e é de uma irregularidade impressionante. Pra mim sabe jogar, mas é lento limitado e parece nunca ter inspiração. Não gosto de jogador sem espírito de competição, tipo mosca morta. Acho que é banco, sem sombra de dúvidas!