Gil Mineiro fala sobre retorno ao time do Náutico e comenta os dois gols perdidos no clássico
Elemento surpresa contra o Santa Cruz, atleta cumpriu bem sua função em campo
O último jogo e Gil Mineiro havia sido contra o Santa Cruz, em outubro de 2015, ainda pela Série B do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o jogador entrou já nos acréscimos da partida vencida pelo Timbu por 3 a 1. Antes disso, a última vez que tinha entrado em campo fora em 12 de setembro, contra o América-MG. Em 2016, após o Náutico ver frustrada suas tentativas de negociar o atleta, Gil Mineiro ficou quase que esquecido no clube. Algumas vezes, sequer participava dos coletivos. Até que, por foça das circunstâncias, teve a oportunidade de voltar a atuar. E justamente no Clássico das Emoções. E, apesar da falta de ritmo de jogo, ele foi bem. Só não saiu consagrado de campo porque falhou duas grandes oportunidades de marcar gol.
“Agradeço a oportunidade de estar no Náutico. Fiquei muito feliz por estar de volta a um jogo pelo Náutico. Fiquei feliz pela resposta que o grupo teve quando o professor Gilmar optou por me escalar de início nesse jogo”, começou por revelar Gil Mineiro. Satisfeito com o retorno, o defensor que atuou como um meia-extremo pela esquerda, acredita que foi bem frente ao Santa Cruz. “O mais importante foi a atuação, o reconhecimento dos jogadores e ter recebido o elogio do professor Gilmar foi muito gratificante”, comentou.
Faltou, porém, o gol. E o jogador desperdiçou duas chances claras quando o confronto ainda estava 0 a 0. “Claro que a gente fica chateado, porque poderíamos ter feito os gols”, confessou. E ele explica porque não conseguiu balançar as redes de Thiago Costa. “Eu acredito, por eu não ser atacante, não sou muito de treinar cabeceio, nem mesmo finalização”, tentou se justificar. “Eu já venho treinando bastante tempo como lateral esquerdo”, acrescentou.
O multifuncional Gil Mineiro, que é lateral direito de origem, mas no Náutico já atuou como lateral esquerdo, volante e meia, porém, admite que poderia ter feito melhor. “Mas não é motivo para se justificar, eram oportunidades que podiam ter sido convertidas em gol e podíamos estar falando aqui sobre dois gols”, disse. Por isso, promete se empenhar nos treinamentos, para não voltar a cometer os equívocos do último domingo. “Agora, é trabalhar para que as oportunidades, quando aparecerem, a gente possa colocar a bola para dentro.”
Por: Emanuel Leite Jr. /Especial para o Diario
Foto: Hildo Neto/Náutico
a raça supera a técnica o Gil mineiro não e craque mas e um jogador que corre o jogo inteiro assim como era também o Hiltinho o náutico poderia tentar repatriar o Hiltinho é outro jogador guerreiro…
Pra mim Gil Mineiro ganhou nota 8 contra o santa, se movimentou correu deu o passe pro gol de Daniel Morais, só faltou ter feito os 2 gols que perdeu pra ganhar o 10.
O LUGAR DO NAUTICO E NA SUA CASA,SUA TOCA,A
TOCA DO TIMBU,LA OS ADVERSARIOS TREMEM,CAGAM
NAS CALÇAS,A MASSA INSUFLADA,GRITANDO A TODA
REFORMA GERAL,DERRUBANDO AQUELA SOCIAL MUITO
FEIA A ANTIGA,COLOCANDO LA CADEIRAS NOVAS.
NAO VOU,NAO POR FALTA DE DINHEIRO,ASSISTIR A
JOGOS NA ARENA,POIS NAO NOS PERTENCE.
QUANDO VOLTAR AOS AFLITOS,ESTAREI LA,COMO FA
ZIA COM FREQUENCIA.MUITA SAUDADE DOS AFLITOS.
Jogou bem,foi muito participativo e teve co
mo mérito tamebem sua garra e vontade,porem
inaceitável um jogador profissional não ter
feito aqueles gols.O Nautico teve tudo para
sai de campo com a vitória.
O Nautico tem uma defesa muito boa,com 3 za
Gueiros craques de bola.
Os dois laterais,walber e o Henrique,sao tam
bem muito bons.o Henrique joga muito!
Nosso meio de campo com esse monstro,chamado
Rodrigo Souza e o Renan oiveira,muito bom.
Nosso ataque,pifio,onde o pobre o do roni pa
rece uma barata zonza e o Thiago Santana,nao
diz a que veio,pois não sabe definir,chutar.
Dal pozzo,esse sabe das coisas,pois transfor
mou o Nautico da agua para o vinho.
Em suma,pdrao de jogo bonito e consistente.
amigos arena não dar, tudo é dificil, acesso, metro longe do estadio, fecha as 23 horas, estaçoes sem segurança, trasito pessimo, estacionamento caro, vejam no jogo da seleção, metro ate 1,30 da manhã, brt com linhas rapidas, onibus em grande quantidade, segurança total para chegar arena, mesmo assim vai dar problema, o NAUTICO tem quer jogar no aflitos jogos medios, pequenos,é mais seguro ir no aflitos, e rapido,tem gente querendo ganhar dinheiro nos aflitos, vamos ajudar o clube,NAUTICO SEMPRE.
Tantos politicos, empresários,e industriários influentes alvirrubros não conseguem um patrocinador master para o Náutico. No ano passado tínhamos 6 atacantes que não valiam um Kieza. Para que quantidade sem qualidade?
Tricolores influentes bancaram e mantém Grafite no Santa Cruz. Por que o Náutico
não consegue quem banque um atacante de nome? É o que estamos precisando.
quando vi o nome dele no time .pensei o homen ta querendo inventar,queimei minha lingua que continue assim parabens para o treinador e para o jogador
eu disse chutou!!!!!!!
Boa tarde torcida do náutico! Não foram dois e se três relembre: no inicio do jogo um lançamento para Gil mineiro entrou sozinho e juntou em cima do goleiro do Santa, outro lance sozinho de cabeça colocou para fora e o terceiro um contra ataque entrou sozinho e tentou cobrir o goleiro do santa. Agora vamos ser justo foi um dos melhores em campo e principalmente pelo esquema de ser um jogador surpresa e o lançamento para o gol. Só falta aprimorar nas finalizações. Não só ele como todo time principalmente seu Ronaldo perdeu o gol mais feito do jogo poderia está comemorando a artilharia. Estou preocupado com as contusões. Boa sorte timba e vamos vencer náutico!!!
Segundo comentários, ele foi um destaque na partida, apesar de infelizmente ter perdido os gols. Mas, percebe-se que em muito deu trabalho aos adversários e sem esquecer daquele lançamento preciso, para que Daniel Morais fizesse importante gol na partida o que colocou o Náutico na liderança.
Caros Alvirrubros
Bom dia
Realmente, apesar de ter perdido dois gols, a atuação de Gil me surpreendeu, principalmente taticamente, aí vemos que tem a mão e a gestão do Sr. Dal Pozzo, de praticamente recuperar um jogador que já tinha caído no esquecimento.
Sds