A torcida alvirrubra decidiu prestigiar a equipe.
Quem sabe?
Mas aos dois minutos de peleja uma ducha de água gelada.
Marinheiro abre o marcador para o Encruzilhada.
O Náutico se atira ao ataque.
Zezé perde gol de cego.
O arqueiro Gouveia salva tudo.
Até que a zaga do Encruzilhada mete a mão na bola… pênalti.
João Manuel toma distancia e empata: 1×1.
O jogo vira duelo de vida e morte.
Fernando Carvalheira domina a pelota e manda uma bomba.
Gondim dribla Antenor e coloca no canto de Victor: 2×2.
Salsa grita com Salsinha.
Empate. Intervalo.
Duas bolas nas traves do Encruzilhada na volta ao segundo tempo.
Mas Fernando desempata.
É seu primeiro gol no certame.
O Encruzilhada ataca e Osvaldo Salsa chuta pra Limoeiro.
A bola vai parar na Matriz.
Estácio escapa e mete 4×2.
O árbitro trila o apito.
A noite chega faltando dois minutos para encerrar a peleja.
Os dois minutos restantes serão jogados no dia 6 de janeiro de 1935.
O Encruzilhada marca o terceiro gol.
O Náutico vence por 4×3…
Por: Roberto Vieira
GOSTARIA DE SABER SE ROBERTO VIEIRA ESTAVA
LA,POIS A PRECISAO DOS COMENTARIOS NOS PASSA
TAL IMPRESSAO.NO MAIS PARABENS POR SOMENTE FA
LAR SOBRE COISAS DO SECULO PASSADO.
DO JEITO QUE VAI,O NAUTICO VAI ACABAR TENDO NA SUA FORMAÇAO:DRACULA,MUMIA,ESQUELETO E GNO
MO;MAO-TSE-TUNG,A FEITICEIRA E ALI BABA;
NO ATAQUE BATMAN E O HOMEM ARANHA.
TREINADOR PAULO ALIBABA E OS IRMAOS METRALHA.
Fabio, mesmo sem lhe conhecer pessoalmente digo-lhe: o Dr. Roberto Vieira, além de médico, é também um grande historiador e deve ser respeitado por todos nós.
Acho que a intensão dele nesses comentários do passado do Náutico que sempre aparece por aqui, é levar ao conhecimento dos mais jovens o que foi o clube no passado.
História não foi feita para se jogar no lixo.
História existe para ser divulgada e reciclada entre aqueles que não tiveram a oportunidade de vivê-la na prática por ter ocorrido em outras épocas que nem éramos nascidos.
Fazendo um paralelo é como dizia referente ao futebol, o pernambucano radicado desde criança aos 4 anos de idade no Rio de Janeiro Nelson Rodrigues e claro que com outras palavras:
Devemos cativar os títulos já conquistados.
É mais ou menos por ai.
Mais sim, respeito sua opinião.
Roberto belo texto como sempre.
Mais nesse caso não posso dizer nada, pois não vivi essa época.